Ontem aconteceu a noite de abertura de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead no teatro The Old Vic, em Londres, e contou com a presença de vários críticos. Após a performance, Daniel Radcliffe e o elenco foram para o The Skylon para uma after party. Confira as fotos em nossa galeria:

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Todos nós somos culpados disso – pedir desculpas demais, falar sobre o tempo ou quanto tempo a nossa jornada levou todas as manhãs, mas a coisa mais britânica que Daniel Radcliffe faz talvez surpreenda você.

O “menino que sobreviveu” é o homem dos shows de perguntas.

Sim, o não tão culpado prazer de Daniel Radcliffe é assistir a programas de perguntas.

Seus favoritos? Pointless, Only Connect e University Challenge – o que ele chama de a ‘divina trindade’.

O ator diz: “Eu cresci fazendo o University Challenge em uma família bastante competitiva de pessoas que fazem isso.”

Daniel diz que isso deixou-o com uma muito conhecimento, mas admite que quando o programa chega nas quartas de final ele luta para conseguir responder tantas perguntas!

 

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Mais vídeos da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead — que aconteceu no dia 07 de Fevereiro, foram liberados! A Sky News divulgou um outro vídeo no qual Daniel fala sobre sua pior audição, já o The Old Vic publicou um com Daniel e Joshua McGuire fazendo um jogo de perguntas.

“Eu fiz um teste para um filme animado uma vez. E como era animado… eu achei que tinha que fazer uma ‘voz’. Uma voz maluca. Então, eu fui lá e fiz umas escolhas bem ousadas. E não peguei a direção certa… como eu deveria… porque eu estava: ‘Não, não, não. Eu acho que está bom. E não consegui o papel.’.”

Daniel: Como se deve começar?

Você diz, “Você quer jogar o jogo de perguntas?”

Daniel: Você quer jogar o jogo de perguntas?

Joshua: Você… droga!

Regras: 1. Continue fazendo perguntas; 2. Não faça uma declaração; 3. Não repita uma pergunta.

Daniel: Devemos começar com outra pergunta?

Joshua: Sim.

Daniel: Como você está?

Joshua: Como você está hoje?

Joshua: Quero dizer, nós não estamos me dando aquilo

Daniel: Não estamos indo muito longe, estamos?

Joshua: Qual seu segundo nome?

Daniel: Você lembra do meu segundo nome?

Joshua: Você não… você… eu não acho que você já tenha me dito seu segundo nome?

Daniel: Isso é uma declaração!

Daniel: Como você gosta de mim agora?

Joshua: Como eu gostei de você antes?

Daniel: Quando?

Joshua: Onde?

Daniel: Antes do quê?

Joshua: Antes quando?

Joshua: O que você tem para o almoço?

Daniel: O que eu não tenho para o almoço?

Joshua: O que eu não tenho para o almoço? Isso conta como uma repetição? Porque eu fiz uma entonação diferente! Acho que é dois a dois.

Daniel: Você gosta de montanhas?

Joshua: Eu falei que não gosto de montanhas?

Joshua: Significa que eu ganhei?

Daniel: Sim, você ganhou!

Joshua: Mas ele ganha na peça, então é bom que eu ganhe na vida real. E acho que aprendemos que eu não posso jogar jogos.

Daniel: E nem eu!

Joshua: Você pode, definitivamente!

Daniel: Nós somos muito piores que nossos personagens; eles são incríveis nisso!

Joshua: Ou Tom é muito bom. Acho que ele teve tempo.

Daniel: Sim, ele escreveu isso.


Como noticiamos anteriormente, Daniel Radcliffe esteve no programa The Graham Norton Show, que foi ao ar no dia 17 na BBC One. Daniel foi promover a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ao lado do co-star Joshua McGuire. Durante a conversa, o Graham Norton mostrou algumas “fotos de vidas passadas” do Daniel, e disse que ele é um viajante no tempo, além disso, falaram um pouco sobre a participação dele em Extras, programa de Ricky Gervais, que também estava presente.


Daniel Radcliffe gravou ontem (15/02) em Londres, o programa de TV The Graham Norton Show da BBC One, ao lado de Joshua McGuire, Tom Hiddleston, Ricky Gervais, Ruth Wilson e Tinie Tempah. Confira as fotos:

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[(15.02) The Graham Norton Show]

O programa vai ao ar amanhã, então fique ligado no site para conferir os vídeos!


O Sky News também esteve com Daniel Radcliffe e Joshua McGuire durante a press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ontem no teatro The Old Vic e, durante a entrevista, Daniel revelou que não gostaria de interpretar Hamlet.

“É um conflito para mim, porque eu vi várias pessoas interpretando Hamlet e eles eram muito, muito bons, e isso me deixaria louco, porque eu ficaria ‘Oh, eu não vou ser tão bom quanto esses caras,'” Radcliffe disse à Sky News.

Daniel também falou ser um “grande alívio” já ter trabalhado com Joshua McGuire antes:

“É aquela coisa adorável – não ter que se preocupar em estabelecer uma amizade e apenas estar disponível e chegar e, ‘Oh, ótimo, nós podemos começar a trabalhar na peça no primeiro dia.'”

Sobre o porquê dele estar fazendo a peça:

“É muito, muito engraçado. Há tantas coisas diferentes,” ele diz. “Trata de questões filosóficas de um modo que é incrivelmente divertido e acessível, e há muito mais coisas acontecendo ao mesmo tempo que essas perguntas existenciais te inundam enquanto você assiste esta farsa.”

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Foi liberada mais uma entrevista da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead, que aconteceu ontem no teatro Old Vic, em Londres. Nessa nova entrevista, Daniel revela que leu a peça aos 14/15 anos de idade e que seria muito mais “aterrorizante” ler ela pela primeira vez se estivesse realmente considerando fazê-la. Ele também fala sobre como a platéia faz parte do show, a pressão inicial de atuar na frente das pessoas e sempre tentar fazer uma performance melhor.

ATUALIZADO [08/02 às 18:18]: Outro vídeo foi divulgado, desta vez, da Reuters:

ATUALIZADO [15/02 às 15:05]: Liberado mais um trecho da entrevista para a AP e um vídeo da Magic Radio:


Hoje pela manhã uma das entrevistas da press de “Rosencrantz and Guildenstern are Dead”, que aconteceu ontem, foi ao ar no Good Morning Britain. Após o programa, um trecho da entrevista foi liberado, e nele, Daniel junto com seu colega de palco, Josh McGuire, falaram sobre os fãs que Daniel atrai e sobre a possibilidade de ele voltar a interpretar Harry Potter em uma adaptação cinematográfica de A Criança Amaldiçoada. Você pode conferir o vídeo e a tradução do mesmo abaixo:

Foi intimidador entrar no projeto, sabendo que você tem uns fãs bem entusiasmados? 
DR: É legal… eu honestamente não ligo porque as pessoas vêm assistir, porque elas estão vindo assistir.

Você se surpreende com a sua jornada, especialmente depois de tudo aquilo? 

DR: Eu não sei, acho que não cabe a mim dizer. Mas acho que sim, e algumas pessoas provavelmente acham que não.

JM: Eu fiquei muito surpreso. [risos]

DR: [risos] Josh esperou que eu fosse imediatamente para outra franquia de bruxos.

Mas e se eles fizessem um filme? Você aceitaria fazer?

DR: Eu não sei… não tenho certeza, falta muito tempo, não?

JM: Sim, eu aceitaria. [risos]

Josh está disponível!

DR: Não, Josh está aqui, comigo. [risos] Eu realmente não sei. Acho que é tudo teórico, se fosse se tornar algo além de teórico, é claro que eu pensaria sobre.

Tradução: Nuara Costa – DRBR


Foi ao ar hoje (02/02), no programa Today da BBC Radio 4, uma conversa com Daniel Radcliffe, Joshua McGuire e Tom Stoppard sobre a produção de aniversário de 50 anos da peça Rosencrantz and Guildenstern are Dead. Daniel revelou que já tinha lido a peça no set de Harry Potter e que lida com a pressão de estar no palco não pensando muito sobre.

A correspondente da BBC, Rebecca Jones, foi até os ensaios da peça e conversou com Daniel sobre a peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada:

“Eu apenas sinto que não será uma noite relaxante no teatro.” “Acredito que toda noite tem uns 1.000 fãs de Harry Potter na platéia,” ele continuou, adicionando que é “fantástico” eles estarem lá para ver a peça.

Sobre Rosencrantz and Guildenstern are Dead, ele disse que leu a peça “em uma idade de desenvolvimento” no set de Harry Potter, e que ficou “desconcertado e encantado“. Daniel disse também que estudou Shakespeare na escola, mas nunca performou nenhuma obra no palco.

“É uma peça tão cheia de ideias que sempre tem terá algo novo para interpretar,” ele continuou, adicionando que estava “começando a gostar da poesia” das seções de Shakespeare.

O ator também revelou que ele “provavelmente apenas ignoraria” os fãs que tentam gravar sua performance, lembrando que as pessoas tinham tentado falar com ele, enquanto ele estava no palco quando fez sua estréia no teatro com Equus.

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Fonte

 


Durante a semana que Daniel passou no Festival de Cinema de Zurique, ele concedeu muitas entrevistas nas quais promoveu Swiss Army Man e falou sobre usar bonecos de si mesmo nas gravações, as polêmicas geradas pelo filme e sobre sua carreira. Segue abaixo a entrevista traduzida:

Se ele fosse um fenômeno meteorológico, meteorologistas provavelmente o descreveriam como um furacão. Daniel Radcliffe passou correndo pelos corredores do Hotel Zürcher, onde concedeu a entrevista. Ele cumprimentou os jornalistas que esperavam na passagem e ele os cumprimentou novamente quando passou na volta. Ele responde todas as perguntas com muita vontade. Ele corre a mão pelos cabelos, destacando suas afirmações com gestos expansivos e seus olhos azuis emitem uma cordialidade calorosa.

Ele descreve como “segunda carreira” o seu tempo após Harry Potter. Isso inclui filmes como “Imperium”, “Truque de Mestre 2” ou “Swiss Army Man”, que foi apresentado no Zurich Film Festival, na Suíça.

Em “Swiss Army Man” você gravou muitas cenas sem o manequim. Qual cena se apresentou com maior desafio?

Provavelmente a cena do começo do filme, quando estávamos na água. Todos pensam que é um manequim. Mas Paul Dano, na verdade, ficou em cima de mim. Abaixo de mim havia uma jangada e eu estiquei meus braços, que estavam presos por cabos. Eu tentei curvar as minhas costas com o máximo de força possível. A câmera foi posicionada de tal modo que não dá para ver isso. Então Paul se sentou em cima de mim e eles nos puxaram pela água.

Essas duas pessoas se apaixonam…

…Sim, totalmente!

Com isso, você vê uma mensagem como: Todo amor é amor?

Sim, acho que é assim. Não é especificamente amor homossexual ou heterossexual, é simplesmente… amor. E o amor é ensinado a ele. Algo maravilhoso nesse filme é que dois homens heterossexuais – bem, eu estou morto, mas amo Sarah – se beijam, um beijo romântico!

Embaixo d’água.

(Risos) Sim, embaixo d’água. Mas na cena da festa, eles quase se beijam e acontece esse grande momento, no qual Paul ameaça se afogar e ele ainda quer me dar a experiência de um beijo, antes de nós dois morrermos. Mas então, ele de repente percebe que pode me usar como tanque de oxigênio. Isso é simplesmente brilhante.

Quando você aceita um papel como esse, há uma grande intenção de se livrar da imagem de Harry Potter?

De forma alguma. Não quero que as pessoas se esqueçam de mim como Harry Potter. Me entenda, eu não teria recebido todas as propostas, se eu não tivesse feito Harry Potter. Eu sou muito grato a esses filmes. Talvez eu ganhe mais reconhecimento pelos diferentes papéis que interpreto do que eu mereço. Praticamente todos os atores interpretam muitos papéis diferentes, mas porque as pessoas me viram interpretando esse papel por tanto tempo, ele é mais reconhecido. Não quero destruir Potter, quero apenas prosseguir com a minha carreira. Fico satisfeito com isso, como tudo progride e eu posso olhar para trás como muito entusiasmo.

Qual é o papel dos seus sonhos?

(Hesitando.) Isso é realmente difícil de dizer. Conversei recentemente com Woody Harrelson sobre o trabalho em conjunto com Martin McDonagh (In Burges), porque uma vez eu participei com ele de uma peça de teatro e já trabalhei algumas vezes com Woody. E para mim não faria diferença qual papel seria, já que há apenas um papel em um filme de Martin McDonagh. Eu considero que ele é um dos melhores roteiristas contemporâneos e muito rapidamente se tornará também um dos melhores diretores.

A fala de Radcliffe jorra como uma cascata. A garrafa que estava ao lado dele permaneceu intocada. Ele falou com gosto, muito e em um ritmo insano. O entusiasmo e o prazer por seu trabalho são notáveis a cada palavra. Ele parou de beber álcool. Rigorosamente. Um motivo específico para isso não foi dado, além de um “Uma coleção de terríveis coleções”, como ele consegue descrever.

O colega de filme, Harrelson, havia convidado-o na noite anterior para abalarem Zurique juntos. Radcliffe soube que na manhã seguinte ele teria compromissos com a imprensa. Com isso, foi dito que Harrelson disse: “Garoto, você começará a trabalhar no dia depois da sua estreia, não antes das duas horas da tarde!”, “Um conselho que eu busco recordar.”, completa Radcliffe sorrindo.

Em Swiss Army Man você diz uma vez: “Meu corpo é repugnante!”. O filme representa um tipo de jornada de redescoberta do corpo de um indivíduo. Você também descobriu algo novo em si?

Quando a pessoa analisa o que acontece em seus corpos: Seres humanos, nós somos repugnantes! O interior de um humano é nojento! Mas essa é a melhor coisa no filme, porque ele leva você a reexaminar seu relacionamento com o seu corpo físico ou sua própria forma de ficar sozinho – seja qual for! Ao mesmo tempo, ele dá a você a permissão de sentir e viver essas coisas. O ponto do filme é que a vergonha nos afasta do amor. Não importa se a pessoa solta um pum, tem uma ereção, ou se masturba, ou quando você se sente sozinho, ou se sinte como um louco: Todas essas coisas são totalmente universais e sentimentos humanos, dos quais nós somos levados a sentir vergonha. É um filme repugnante com uma bela mensagem sobre amor e aceitação.

No festival de filmes de Sundance muitos espectadores foram embora depois dos 25 minutos. Cada cena é uma surpresa e você é recompensado por esperar. Não dá para ter certeza no começo do filme do que ele se trata, é um sentimento estranho.

Isso está totalmente correto. O filme é tão cheio de surpresas que depois dos primeiros 15 minutos não dá para avaliar para onde essa jornada vai.

“Estranho” poderia ser a melhor descrição do filme?

Também seria simplesmente “bonito”. Estou inclinado a descrever o filme como “altamente tolo e altamente esperto”. Ele é muito “completo”, cheio de contradições que o sustentam. Isso é a maravilha desse filme.

O que você pensaria sobre uma continuação para Swiss Army Man?

Isso seria totalmente demais. Nenhum outro personagem que eu interpretei, tirando Harry, eu gostaria tanto de interpretar novamente como o Manny. Se os Daniels (Os diretores Daniel Kwan e Daniel Scheinert) daqui a alguns anos quiserem gravar um Swiss Army Man II com um Manny mais velho e caduco, eu ficaria extremamente interessado.

Quando Radcliffe ganha, ao final da entrevista, um canivete suíço de um jornalista, ele demonstra uma alegria infantil. Enfim, ele tem seu primeiro canivete. Com empolgação ele examina os diferentes apetrechos, abrindo finalmente a lâmina: “Esse é o que eu mais gosto”. Depois ele flertou outra vez com o saca-rolhas. De certo modo, altamente tolo e altamente esperto.

Tradução: Munich Graf Ferreira
Fonte: outnow.ch






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