Como noticiamos anteriormente, Daniel Radcliffe esteve no programa The Graham Norton Show, que foi ao ar no dia 17 na BBC One. Daniel foi promover a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ao lado do co-star Joshua McGuire. Durante a conversa, o Graham Norton mostrou algumas “fotos de vidas passadas” do Daniel, e disse que ele é um viajante no tempo, além disso, falaram um pouco sobre a participação dele em Extras, programa de Ricky Gervais, que também estava presente.


O Sky News também esteve com Daniel Radcliffe e Joshua McGuire durante a press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ontem no teatro The Old Vic e, durante a entrevista, Daniel revelou que não gostaria de interpretar Hamlet.

“É um conflito para mim, porque eu vi várias pessoas interpretando Hamlet e eles eram muito, muito bons, e isso me deixaria louco, porque eu ficaria ‘Oh, eu não vou ser tão bom quanto esses caras,'” Radcliffe disse à Sky News.

Daniel também falou ser um “grande alívio” já ter trabalhado com Joshua McGuire antes:

“É aquela coisa adorável – não ter que se preocupar em estabelecer uma amizade e apenas estar disponível e chegar e, ‘Oh, ótimo, nós podemos começar a trabalhar na peça no primeiro dia.'”

Sobre o porquê dele estar fazendo a peça:

“É muito, muito engraçado. Há tantas coisas diferentes,” ele diz. “Trata de questões filosóficas de um modo que é incrivelmente divertido e acessível, e há muito mais coisas acontecendo ao mesmo tempo que essas perguntas existenciais te inundam enquanto você assiste esta farsa.”

Fonte


Foi liberada mais uma entrevista da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead, que aconteceu ontem no teatro Old Vic, em Londres. Nessa nova entrevista, Daniel revela que leu a peça aos 14/15 anos de idade e que seria muito mais “aterrorizante” ler ela pela primeira vez se estivesse realmente considerando fazê-la. Ele também fala sobre como a platéia faz parte do show, a pressão inicial de atuar na frente das pessoas e sempre tentar fazer uma performance melhor.

ATUALIZADO [08/02 às 18:18]: Outro vídeo foi divulgado, desta vez, da Reuters:

ATUALIZADO [15/02 às 15:05]: Liberado mais um trecho da entrevista para a AP e um vídeo da Magic Radio:


Hoje pela manhã uma das entrevistas da press de “Rosencrantz and Guildenstern are Dead”, que aconteceu ontem, foi ao ar no Good Morning Britain. Após o programa, um trecho da entrevista foi liberado, e nele, Daniel junto com seu colega de palco, Josh McGuire, falaram sobre os fãs que Daniel atrai e sobre a possibilidade de ele voltar a interpretar Harry Potter em uma adaptação cinematográfica de A Criança Amaldiçoada. Você pode conferir o vídeo e a tradução do mesmo abaixo:

Foi intimidador entrar no projeto, sabendo que você tem uns fãs bem entusiasmados? 
DR: É legal… eu honestamente não ligo porque as pessoas vêm assistir, porque elas estão vindo assistir.

Você se surpreende com a sua jornada, especialmente depois de tudo aquilo? 

DR: Eu não sei, acho que não cabe a mim dizer. Mas acho que sim, e algumas pessoas provavelmente acham que não.

JM: Eu fiquei muito surpreso. [risos]

DR: [risos] Josh esperou que eu fosse imediatamente para outra franquia de bruxos.

Mas e se eles fizessem um filme? Você aceitaria fazer?

DR: Eu não sei… não tenho certeza, falta muito tempo, não?

JM: Sim, eu aceitaria. [risos]

Josh está disponível!

DR: Não, Josh está aqui, comigo. [risos] Eu realmente não sei. Acho que é tudo teórico, se fosse se tornar algo além de teórico, é claro que eu pensaria sobre.

Tradução: Nuara Costa – DRBR


Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (Harry Potter and the Cursed Child) talvez seja uma das principais atrações de West End agora, mas se você virar a esquina poderá ver o bruxo titular em pessoa.

Daniel Radcliffe irá em breve estrelar a nova produção de Tom Stoppard, Rosencrantz and Guildenstern Are Dead, ao lado da estrela de Lovesick e bom amigo Joshua McGuire.

Atualmente nos ensaios para a peça, a Digital Spy esteve com os atores no Old Vic, onde eles nos deram algumas prévias incríveis sobre o clássico, que comemora seus 50 anos neste ano.

Quando questionados sobre como se sentiram quando leram pela primeira vez o projeto, Daniel disse: “Apenas muito animado, e um pouco intimidado. O tamanho da coisa que você está entrando. É muito para aprender, é um show desafiante, mas incrivelmente gratificante de fazer.”

Sobre formar uma dupla com Joshua, ele explicou: “Nós trabalhamos juntos alguns anos atrás, e mantivemos contato – e nossas carreiras têm esse tipo estranho de caminhos paralelos.”

“Nós trabalhamos juntos em A Young Doctor’s Notebook (Diário de Um Jovem Médico), e também interpretamos versões intercambiáveis um do outro. Em A Young Doctor’s Notebook, ele era um médico mais jovem ainda. Então, em Privacy, nós fizemos essencialmente o mesmo personagem, Josh fez fora da Broadway. Agora, nesta peça, nós somos levemente intercambiáveis também. É um destino legal e estranho.”

“Contudo, eu não tenho certeza de qual é o nome dele,” Josh brinca. “Eu acho que é Josh.”

Então, ser bons amigos é um benefício para a peça?

“100%,” Joshua disse. “O valor disso é inestimável, de verdade. Seria mais difícil ter que conhecer a pessoa em um dia, e se você não tivesse sucesso com essa pessoa, eu acho que isso [a peça] seria impossível.”

Daniel adiciona: “Imagina se você não gosta deles. Seria também uma peça bem diferente. Isso sairia. Você poderia interpretar esses personagens como se não gostassem um do outro, provavelmente. Ou como eles frustam um ao outro, mas, essencialmente, eles são amigos.”

“Nosso diretor selecionou alguns momentos outro dia, onde ele disse que ele gostou da nossa ‘vibe de casados'”, adicionou Joshua. “As brigas. No palco! É algo que você ganha de graça!”

A dupla também disse que eles sempre irão esperar encontrar tempo para trabalhar no teatro entre seus papéis na TV e em filmes.

“Deus, sim,” Daniel disse. “Eu acho que não há uma peça que eu terminei e não me tornei um ator melhor por causa disso.”

Joshua adiciona: “E esta peça é um trabalho rigoroso. Eu acho isso o tipo certo de cansaço. Mais do que qualquer coisa, eu acho isso revigorante. Você e David têm um histórico incrível e um conhecimento filosófico.”

“Eu nunca fui para a universidade, mas nós tivemos os melhores seminários onde você apenas joga ideias sobre A Sociedade dos Poetas Mortos ou alguma coisa, e às vezes nossos ensaios se tornam isso, e é muito útil. É um exercício.”

Mas, Daniel já viu A Criança Amaldiçoada?

“Eu não estou tentando me manter longe do show. Estou tentando ficar longe do que poderia ser, potencialmente, a experiência de ver isso. Eu sei que outras pessoas do elenco [de Harry Potter] foram assistir, apenas sinto que se eu estivesse sentado em uma platéia de fãs de Harry Potter, isso seria, possivelmente, um show um pouco diferente, e, possivelmente, seria eu assistindo e sentindo que as pessoas estão assistindo eu assistindo. Isso tudo poderia estar na minha cabeça, mas eu apenas prevejo que talvez não seria relaxante.”

“Eu estava com barba até dois dias atrás. E então, eu sabia que estaria fazendo isso, por essa razão eu raspei, e acabei percebendo o quão imediatamente me fez parecer mais jovem e mais como Harry Potter.”

Quando perguntado se ele nunca se sentiria protetor sobre alguém pegar o papel de Harry em algum filme no futuro, ele adicionou: “Eu não acho que eu teria esse direito! Se alguém interpretá-lo, tenho certeza que seria estranho, mas também tenho certeza que eu superaria. James [Parker] está interpretando, e eu estou muito feliz com isso.”

As prévias de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead começam no The Old Vic de 25 de fevereiro e estreia em 7 de março.

Entrevista por Tom Eames – Digital Spy


Daniel Radcliffe (Rosencrantz), Joshua McGuire (Guildenstern) e David Haig (The Player) concederam algumas entrevistas hoje para divulgar a produção de aniversário de 50 anos da peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead. A primeira liberada foi a do WhatsOnStage. Assista abaixo:

No vídeo o elenco fala um pouco sobre a peça, já terem trabalhado juntos e Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

ATUALIZADO [07/02 às 20h26]: Liberada a entrevista para o ITV London:


Foi ao ar hoje (02/02), no programa Today da BBC Radio 4, uma conversa com Daniel Radcliffe, Joshua McGuire e Tom Stoppard sobre a produção de aniversário de 50 anos da peça Rosencrantz and Guildenstern are Dead. Daniel revelou que já tinha lido a peça no set de Harry Potter e que lida com a pressão de estar no palco não pensando muito sobre.

A correspondente da BBC, Rebecca Jones, foi até os ensaios da peça e conversou com Daniel sobre a peça Harry Potter e a Criança Amaldiçoada:

“Eu apenas sinto que não será uma noite relaxante no teatro.” “Acredito que toda noite tem uns 1.000 fãs de Harry Potter na platéia,” ele continuou, adicionando que é “fantástico” eles estarem lá para ver a peça.

Sobre Rosencrantz and Guildenstern are Dead, ele disse que leu a peça “em uma idade de desenvolvimento” no set de Harry Potter, e que ficou “desconcertado e encantado“. Daniel disse também que estudou Shakespeare na escola, mas nunca performou nenhuma obra no palco.

“É uma peça tão cheia de ideias que sempre tem terá algo novo para interpretar,” ele continuou, adicionando que estava “começando a gostar da poesia” das seções de Shakespeare.

O ator também revelou que ele “provavelmente apenas ignoraria” os fãs que tentam gravar sua performance, lembrando que as pessoas tinham tentado falar com ele, enquanto ele estava no palco quando fez sua estréia no teatro com Equus.

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Fonte

 


Daniel Radcliffe está na capa da edição de verão 2017 da revista GQ Style brasileira. A revista traz um novo photoshoot e uma entrevista exclusiva, na qual Daniel fala sobre Harry Potter, Swiss Army Man, Imperium, sua carreira, seu estilo e como lida com seu dinheiro. Leia abaixo:

Esta poderia ser a clássica história do ator mirim que se embriaga com a fama precoce e, quando adulto, cai na obscuridade e faz qualquer coisa para estar de volta aos holofotes, mesmo que isso signifique se envolver em escândalos. Mas as coisas fugiram um pouco do roteiro com Daniel Radcliffe.

O astro de Harry Potter conseguiu sobreviverr praticamente ileso a ter sido o protagonista de uma das mais bem-sucedidas franquias do cinema, a ter seu rosto estampado mundialmente em livros, roupas e brinquedos, e a ter acumulado uma fortuna que o coloca entre os atores mais ricos de Hollywood – a maioria, homens com pelo menos 15 anos a mais do que ele.

E não é só isso: Radcliffe parece ser um cara absolutamente normal. Basta ver como o encontramos para esta entrevista, no descolado Soho Hotel, no centro de Londres, onde promovia seus mais recentes filmes, Imperium e Swiss Army Man (ainda sem títulos em português). De jeans e camiseta cinzas, botas pretas de bico fino, cabelos ligeiramente despenteados e barba por fazer, ele recebe a GQ Style com um sorriso, a oferta de um chá e muito entusiasmo. Não usa relógio. Não exibe um celular de última geração. Não pede que sua assessora fique em um canto para acompanhar a conversa e interrompê-la, caso ele acabe revelando mais do que devia.

Nem é preciso. Aos 27 anos – mais de 16 deles passados diante das câmeras -, Radcliffe não tem medo de perguntas e sabe muito bem dar seu recado. O principal é que Harry Potter é uma parte importante de seu passado, mas o que ele quer agora é curtir o presente. “Todo mundo me pergunta se estou tentando me distanciar de Potter intencionalmente. Acho que, como ator, é natural querer fazer algo totalmente diferente”, conta. “Minha inspiração são atores como Gary Oldman e Imelda Staunton (Sirius Black e Dolores Umbridge, na saga), que tiveram carreiras imprevisíveis e que são fantásticos justamente porque conseguiram fazer de tudo e mostrar sua versatilidade.”

E nada pode ser mais diferente do menino-bruxo do que Manny, o personagem de Radcliffe no ligeiramente surrealista Swiss Army Man, escrito e dirigido por Daniel Kwan e Daniel Schneirt: um homem morto que é levado pelas ondas a uma praia deserta e que é carregado para todo lado pelo solitário e perdido Hank, vivido pelo ator Paul Dano. Em determinado momento, Manny passa a falar e a se expressar com reações “constrangedoras” de seu corpo, como ereções ou flatulência. “Recebo muitos roteiros, mas a maioria não me mostra nada novo. Com Swiss Army Man, a criatividade saltava aos olhos. Na hora, percebi que era algo do qual eu queria fazer parte. E o resultado é um filme muito divertido e, ao mesmo tempo, incrivelmente bonito”, diz o ator.

Já em Imperium, escrito e dirigido por Daniel (outro!) Ragussis, ele encarna um introvertido geek do FBI que é destacado para se infiltrar em uma rede de neonazistas americanos. “É um thriller tenso e cheio de reviravoltas. Interessei-me em fazê-lo por meu personagem não resolver tudo na base do tiro, mas com inteligência”, descreve.

Os dois filmes percorrem o circuito de festivais de cinema independente ao redor do mundo e tiveram curta exibição nos Estados Unidos e na Europa, sinal claro de que o sucesso nas bilheterias não é uma prioridade para Radcliffe. “Eu tive a incrível sorte de começar minha carreira com algo grandioso como Harry Potter. Hoje, estou em uma posição privilegiada para atores da minha idade, porque não preciso trabalhar por dinheiro”, explica. “E, enquanto isso durar, quero encontrar os projetos mais diferentes possíveis e criar um conjunto interessante de obras.”

Se depender do quanto entra e do quando sai de sua conta bancária, o ator deve continuar nessa trajetória que mistura blockbusters, produções de baixo orçamento, peças na Broadway e aparições em seriados de TV. A revista Forbes calcula seu patrimônio em cerca de US$ 110 milhões. A fortuna é gerenciada por uma empresa aberta pelos pais de Radcliffe, o agente literário Alan e a diretora de elenco Marcia. Seus maiores gastos até hoje foram apartamentos em Londres, onde nasceu e cresceu, e em Nova York, cidade que adotou há alguns anos.

Novamente fugindo do roteiro tradicional da fama, o ator não só não tem carros como aprendeu a dirigir apenas recentemente. “Só tirei minha carteira para poder dirigir no set, senão as seguradoras se recusavam a cobrir qualquer acidente”, revela. “Nunca me interessei por carros. E sou prático: é impossível dirigir e estacionar em Londres e Nova York, então faço tudo a pé, de táxi ou com um amigo que é motorista.”

Radcliffe, no entanto, não esconde a admiração pelas escolhas do colega Rupert Grint, o ruivo Ron Weasley de Harry Potter: “Uma das primeiras coisas que ele comprou com o salário do filme foi uma caminhonete Chevrolet dos anos 50, que tem uma buzina ridícula que parece o canto do Pica-Pau [personagem do desenho animdo]. Depois, veio um caminhão de sorvete. Para mim, isso é que é uma coleção bacana”.

O ator também é prático na hora de se vestir. Confessa que gosta e se produzir para o tapete vermelho e fica lisonjeado quando vê seu nome frequentemente nas listas dos mais elegantes. Mas conta que, se pudesse, passaria o tempo todo de jeans e camiseta. “Minha maior preocupação é me sentir confortável com o que eu visto”, explica. “Quanto mais à vontade estou, mais consigo ser eu mesmo.” Entre suas marcas preferidas estão Topman, The Kooples, John Varvatos, Club Monaco e Asos.

Radcliffe é econômico até na hora do lazer. Uma vez por ano, tira férias em alguma praia ao lado da namorada, a atriz americana Erin Darke, com quem está desde 2012, quando filmaram juntos Versos de um Crime. “Neste ano, passamos duas semanas na Grécia. No ano passado, em Antígua, no Caribe. Acho que meu maior gasto é com viagens entre Nova York e Londres ou Los Angeles, sempre por causa do meu trabalho”, conta.

Outra das “extravagâncias” favoritas do ator é comprar camarotes para assistir a partidas de futebol americano com os amigos, muitos deles conquistados na época de Harry Potter, como o próprio Grint, Emma Watson e seu dublê nas cenas perigosas, David Holmes. São esses poucos privilegiados que podem segui-lo e sua conta segreta no Instagram, a única que ele mantém nas redes sociais. “Não tenho Twitter nem Facebook porque acho que iria facilmente sair brigando. Tenho muitas opiniões sobre tudo, sou muito impulsivo e acabaria respondendo aos ataques que são tão comuns nessas mídias”, admite.

Por tudo isso, Radcliffe está longe de ser um prato cheio para os paparazzi. “Não me meto em brigas. Não fico bêbado. O pior que pode acontecer é eles me flagrarem fumando”, confessa. “O assédio da imprensa e o fato de saber que há pessoas que eu não conheço falando de mim são coisas muito massacrantes. Não conseguiria lidar com isso constantemente.”

À sua maneira, o ator é um típico representante dos millennials, ou geração Y, como ficou conhecido o pessoal que, como ele, está hoje entre os 20 e 30 e poucos anos: mais ligado em viver experiências do que em comprar desenfreadamente, preocupado com o meio ambiente e com o consumo ético, e interessado em trabalhos que tragam mais prazer do que dinheiro. “Acho que isso é resultado de como o mundo está louco e assustador hoje em dia e do fato de termos crescido em meio a uma economia em crise. É como se todos nós disséssemos: ‘Sabe o quê? Só preciso de bons amigos e de bons momentos para ser feliz.’ Acho isso ótimo. Melhor curtir agora do que se preocupar com o futuro”, decreta.

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[Scans]

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[Photoshoot]


Daniel concedeu uma entrevista ao The Sun, para o quadro “close up,” onde falou sobre seu relacionamento com sua namorada, Erin Darke, gostar de cigarros, sua infância nos sets de Harry Potter e sobre seus projetos recentes, aos quais ele denomina de ‘filminhos estranhos.’ Confira a tradução por nossa equipe abaixo:

Eu moro em Londres e Nova Iorque. Minha namorada [atriz Erin Darke, 30] e eu estamos sempre viajando, então estamos dizendo adeus frequentemente, porém sempre esperamos ansiosamente para nos vermos novamente. É uma forma um tanto romântica de se viver.

Eu fumo e gosto de cigarros e gosto de cigarros artesanais. Eu gosto muito de pedir por um isqueiro para as pessoas – eu estou sempre perdendo os meus. Eles procuram em seus bolsos, olham para mim e percebem que cometeram o crime de dar câncer ao Harry Potter.

Eu não sou mais o Harry Potter, porém não me arrependo de nada. Eu tive a melhor época da minha vida. Joanne [JK Rowling] seguiu em frente com Animais Fantásticos. Alguns amigos estão envolvidos e eu não poderia estar mais feliz por eles.

Eu tenho olhos levemente preguiçosos então eu fico horrível em selfies. Quando eu mando uma para a minha namorada, eu tiro umas 10 fotos para parecer bem o suficiente e ela não pensar que estou tendo um ataque cardíaco.

As pessoas têm pena de mim as vezes. Sei que é porque eles pensam que eu não tive infância, que eu era como um escravo para o estúdio de Potter. Mas foi divertido passar um tempo com a Emma Watson e o Rupert Grint e com os adultos mais fascinantes como Alan Rickman, Julie Walters e Maggie Smith. Você não encontra pessoas assim todos os dias e eles foram como uma família pra mim. A maioria dos meus amigos são atores ou produtores atualmente.

Eu realmente entrei nos negócios. Eu amo o que faço e quero continuar atuando e fazendo filmes, até dirigir e produzir talvez. Sou sortudo o bastante em poder escolher fazer filminhos estranhos como Swiss Army Man ou Imperium onde atuo como um neo-Nazi. Está ajudando muito as pessoas a mudarem a maneira de pensar sobre mim.

Eu adoraria ter trabalhado com Peter Sellers em Dr Strangelove ou David Niven em A Matter of Life And Death. São dois dos meus filmes favoritos. Mas em fevereiro estarei nos palcos novamente com a peça Rosencrantz And Guildenstern Are Dead no Old Vic em Londres e estou muito ansioso. Swiss Army Man está disponível em DVD. Daniel Radcliffe irá estrear em Jungle em 2017.

Tradução: Andressa Macedo


Com o lançamento de Animais Fantásticos e Onde Habitam, a BBC Radio 1 realizou um documentário sobre o porquê do mundo bruxo de J.K. Rowling ter se tornado um sucesso tão grande. Daniel Radcliffe e Eddie Redmayne (Newt Scamander de Animais Fantásticos) participam do documentário e ajudam o crítico Ali Plumb a descobrir esse segredo.






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