O National Theatre Live, que está exibindo a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead em alguns cinemas, liberou um novo trailer, desta vez, com cenas no palco:


No dia 2 de Maio, Daniel Radcliffe, ao lado de Joshua McGuire, participou do Voices Off, que é uma série de conversas e debates lideradas por alguém do meio artístico, político, científico ou da mídia sobre os temas das peças do teatro The Old Vic. Radcliffe e McGuire conversaram com Clemency Burton-Hill sobre a sua experiência com a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead e responderam algumas perguntas. Assista:


Assista no vídeo abaixo um tour que as estrelas de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead fizeram pelo teatro The Old Vic, onde a peça é exibida todas as noites:


Foram divulgados alguns outros vídeos de divulgação de “Rosencrantz and Guildenstern are Dead,” com Daniel Radcliffe e Josh McGuire. Ambos foram divulgados pelo National Theatre Live e você pode conferi-los (em inglês) a seguir:

 

Descreva a peça em seis palavras:

 

Como é refazer a peça depois de 50 anos de sua estréia:

Para o NT Live:

 

Fonte: Daniel Radcliffe.tk


Após a noite de abertura de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead no teatro The Old Vic, em Londres, vários sites começaram a lançar suas críticas à peça. Leia algumas delas traduzidas clicando nos links abaixo:

Atualizaremos este post com mais links!


Todos nós somos culpados disso – pedir desculpas demais, falar sobre o tempo ou quanto tempo a nossa jornada levou todas as manhãs, mas a coisa mais britânica que Daniel Radcliffe faz talvez surpreenda você.

O “menino que sobreviveu” é o homem dos shows de perguntas.

Sim, o não tão culpado prazer de Daniel Radcliffe é assistir a programas de perguntas.

Seus favoritos? Pointless, Only Connect e University Challenge – o que ele chama de a ‘divina trindade’.

O ator diz: “Eu cresci fazendo o University Challenge em uma família bastante competitiva de pessoas que fazem isso.”

Daniel diz que isso deixou-o com uma muito conhecimento, mas admite que quando o programa chega nas quartas de final ele luta para conseguir responder tantas perguntas!

 

Fonte


Como noticiamos anteriormente, Daniel Radcliffe esteve no programa The Graham Norton Show, que foi ao ar no dia 17 na BBC One. Daniel foi promover a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ao lado do co-star Joshua McGuire. Durante a conversa, o Graham Norton mostrou algumas “fotos de vidas passadas” do Daniel, e disse que ele é um viajante no tempo, além disso, falaram um pouco sobre a participação dele em Extras, programa de Ricky Gervais, que também estava presente.


Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (Harry Potter and the Cursed Child) talvez seja uma das principais atrações de West End agora, mas se você virar a esquina poderá ver o bruxo titular em pessoa.

Daniel Radcliffe irá em breve estrelar a nova produção de Tom Stoppard, Rosencrantz and Guildenstern Are Dead, ao lado da estrela de Lovesick e bom amigo Joshua McGuire.

Atualmente nos ensaios para a peça, a Digital Spy esteve com os atores no Old Vic, onde eles nos deram algumas prévias incríveis sobre o clássico, que comemora seus 50 anos neste ano.

Quando questionados sobre como se sentiram quando leram pela primeira vez o projeto, Daniel disse: “Apenas muito animado, e um pouco intimidado. O tamanho da coisa que você está entrando. É muito para aprender, é um show desafiante, mas incrivelmente gratificante de fazer.”

Sobre formar uma dupla com Joshua, ele explicou: “Nós trabalhamos juntos alguns anos atrás, e mantivemos contato – e nossas carreiras têm esse tipo estranho de caminhos paralelos.”

“Nós trabalhamos juntos em A Young Doctor’s Notebook (Diário de Um Jovem Médico), e também interpretamos versões intercambiáveis um do outro. Em A Young Doctor’s Notebook, ele era um médico mais jovem ainda. Então, em Privacy, nós fizemos essencialmente o mesmo personagem, Josh fez fora da Broadway. Agora, nesta peça, nós somos levemente intercambiáveis também. É um destino legal e estranho.”

“Contudo, eu não tenho certeza de qual é o nome dele,” Josh brinca. “Eu acho que é Josh.”

Então, ser bons amigos é um benefício para a peça?

“100%,” Joshua disse. “O valor disso é inestimável, de verdade. Seria mais difícil ter que conhecer a pessoa em um dia, e se você não tivesse sucesso com essa pessoa, eu acho que isso [a peça] seria impossível.”

Daniel adiciona: “Imagina se você não gosta deles. Seria também uma peça bem diferente. Isso sairia. Você poderia interpretar esses personagens como se não gostassem um do outro, provavelmente. Ou como eles frustam um ao outro, mas, essencialmente, eles são amigos.”

“Nosso diretor selecionou alguns momentos outro dia, onde ele disse que ele gostou da nossa ‘vibe de casados'”, adicionou Joshua. “As brigas. No palco! É algo que você ganha de graça!”

A dupla também disse que eles sempre irão esperar encontrar tempo para trabalhar no teatro entre seus papéis na TV e em filmes.

“Deus, sim,” Daniel disse. “Eu acho que não há uma peça que eu terminei e não me tornei um ator melhor por causa disso.”

Joshua adiciona: “E esta peça é um trabalho rigoroso. Eu acho isso o tipo certo de cansaço. Mais do que qualquer coisa, eu acho isso revigorante. Você e David têm um histórico incrível e um conhecimento filosófico.”

“Eu nunca fui para a universidade, mas nós tivemos os melhores seminários onde você apenas joga ideias sobre A Sociedade dos Poetas Mortos ou alguma coisa, e às vezes nossos ensaios se tornam isso, e é muito útil. É um exercício.”

Mas, Daniel já viu A Criança Amaldiçoada?

“Eu não estou tentando me manter longe do show. Estou tentando ficar longe do que poderia ser, potencialmente, a experiência de ver isso. Eu sei que outras pessoas do elenco [de Harry Potter] foram assistir, apenas sinto que se eu estivesse sentado em uma platéia de fãs de Harry Potter, isso seria, possivelmente, um show um pouco diferente, e, possivelmente, seria eu assistindo e sentindo que as pessoas estão assistindo eu assistindo. Isso tudo poderia estar na minha cabeça, mas eu apenas prevejo que talvez não seria relaxante.”

“Eu estava com barba até dois dias atrás. E então, eu sabia que estaria fazendo isso, por essa razão eu raspei, e acabei percebendo o quão imediatamente me fez parecer mais jovem e mais como Harry Potter.”

Quando perguntado se ele nunca se sentiria protetor sobre alguém pegar o papel de Harry em algum filme no futuro, ele adicionou: “Eu não acho que eu teria esse direito! Se alguém interpretá-lo, tenho certeza que seria estranho, mas também tenho certeza que eu superaria. James [Parker] está interpretando, e eu estou muito feliz com isso.”

As prévias de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead começam no The Old Vic de 25 de fevereiro e estreia em 7 de março.

Entrevista por Tom Eames – Digital Spy


Hoje (27/01), o teatro The Old Vic anunciou que o National Theatre Live — que transmite ao vivo produções britânicas em cinemas selecionados no Reino Unido e em vários países — irá transmitir a peça Rosencrantz and Guildenstern are Dead no dia 20 de Abril. Os ingressos começarão a ser vendidos em breve.

Nesta comédia, os personagens secundários de Hamlet de Shakespeare, Rosencrantz (Daniel Radcliffe) e Guildenstern (Joshua McGuire), se tornam os protagonistas junto com o The Player (David Haig). A dupla se mete em alguns apuros na tentativa de fugir de seus destinos, mas eles já estão traçados.

Rosencrantz & Guildenstern Are Dead estará em cartaz a partir de 25 de fevereiro até 29 de abril no teatro Old Vic em Londres. Os ingressos já estão sendo vendidos: https://tickets.oldvictheatre.com/production/18055


Daniel Radcliffe está na capa da edição de verão 2017 da revista GQ Style brasileira. A revista traz um novo photoshoot e uma entrevista exclusiva, na qual Daniel fala sobre Harry Potter, Swiss Army Man, Imperium, sua carreira, seu estilo e como lida com seu dinheiro. Leia abaixo:

Esta poderia ser a clássica história do ator mirim que se embriaga com a fama precoce e, quando adulto, cai na obscuridade e faz qualquer coisa para estar de volta aos holofotes, mesmo que isso signifique se envolver em escândalos. Mas as coisas fugiram um pouco do roteiro com Daniel Radcliffe.

O astro de Harry Potter conseguiu sobreviverr praticamente ileso a ter sido o protagonista de uma das mais bem-sucedidas franquias do cinema, a ter seu rosto estampado mundialmente em livros, roupas e brinquedos, e a ter acumulado uma fortuna que o coloca entre os atores mais ricos de Hollywood – a maioria, homens com pelo menos 15 anos a mais do que ele.

E não é só isso: Radcliffe parece ser um cara absolutamente normal. Basta ver como o encontramos para esta entrevista, no descolado Soho Hotel, no centro de Londres, onde promovia seus mais recentes filmes, Imperium e Swiss Army Man (ainda sem títulos em português). De jeans e camiseta cinzas, botas pretas de bico fino, cabelos ligeiramente despenteados e barba por fazer, ele recebe a GQ Style com um sorriso, a oferta de um chá e muito entusiasmo. Não usa relógio. Não exibe um celular de última geração. Não pede que sua assessora fique em um canto para acompanhar a conversa e interrompê-la, caso ele acabe revelando mais do que devia.

Nem é preciso. Aos 27 anos – mais de 16 deles passados diante das câmeras -, Radcliffe não tem medo de perguntas e sabe muito bem dar seu recado. O principal é que Harry Potter é uma parte importante de seu passado, mas o que ele quer agora é curtir o presente. “Todo mundo me pergunta se estou tentando me distanciar de Potter intencionalmente. Acho que, como ator, é natural querer fazer algo totalmente diferente”, conta. “Minha inspiração são atores como Gary Oldman e Imelda Staunton (Sirius Black e Dolores Umbridge, na saga), que tiveram carreiras imprevisíveis e que são fantásticos justamente porque conseguiram fazer de tudo e mostrar sua versatilidade.”

E nada pode ser mais diferente do menino-bruxo do que Manny, o personagem de Radcliffe no ligeiramente surrealista Swiss Army Man, escrito e dirigido por Daniel Kwan e Daniel Schneirt: um homem morto que é levado pelas ondas a uma praia deserta e que é carregado para todo lado pelo solitário e perdido Hank, vivido pelo ator Paul Dano. Em determinado momento, Manny passa a falar e a se expressar com reações “constrangedoras” de seu corpo, como ereções ou flatulência. “Recebo muitos roteiros, mas a maioria não me mostra nada novo. Com Swiss Army Man, a criatividade saltava aos olhos. Na hora, percebi que era algo do qual eu queria fazer parte. E o resultado é um filme muito divertido e, ao mesmo tempo, incrivelmente bonito”, diz o ator.

Já em Imperium, escrito e dirigido por Daniel (outro!) Ragussis, ele encarna um introvertido geek do FBI que é destacado para se infiltrar em uma rede de neonazistas americanos. “É um thriller tenso e cheio de reviravoltas. Interessei-me em fazê-lo por meu personagem não resolver tudo na base do tiro, mas com inteligência”, descreve.

Os dois filmes percorrem o circuito de festivais de cinema independente ao redor do mundo e tiveram curta exibição nos Estados Unidos e na Europa, sinal claro de que o sucesso nas bilheterias não é uma prioridade para Radcliffe. “Eu tive a incrível sorte de começar minha carreira com algo grandioso como Harry Potter. Hoje, estou em uma posição privilegiada para atores da minha idade, porque não preciso trabalhar por dinheiro”, explica. “E, enquanto isso durar, quero encontrar os projetos mais diferentes possíveis e criar um conjunto interessante de obras.”

Se depender do quanto entra e do quando sai de sua conta bancária, o ator deve continuar nessa trajetória que mistura blockbusters, produções de baixo orçamento, peças na Broadway e aparições em seriados de TV. A revista Forbes calcula seu patrimônio em cerca de US$ 110 milhões. A fortuna é gerenciada por uma empresa aberta pelos pais de Radcliffe, o agente literário Alan e a diretora de elenco Marcia. Seus maiores gastos até hoje foram apartamentos em Londres, onde nasceu e cresceu, e em Nova York, cidade que adotou há alguns anos.

Novamente fugindo do roteiro tradicional da fama, o ator não só não tem carros como aprendeu a dirigir apenas recentemente. “Só tirei minha carteira para poder dirigir no set, senão as seguradoras se recusavam a cobrir qualquer acidente”, revela. “Nunca me interessei por carros. E sou prático: é impossível dirigir e estacionar em Londres e Nova York, então faço tudo a pé, de táxi ou com um amigo que é motorista.”

Radcliffe, no entanto, não esconde a admiração pelas escolhas do colega Rupert Grint, o ruivo Ron Weasley de Harry Potter: “Uma das primeiras coisas que ele comprou com o salário do filme foi uma caminhonete Chevrolet dos anos 50, que tem uma buzina ridícula que parece o canto do Pica-Pau [personagem do desenho animdo]. Depois, veio um caminhão de sorvete. Para mim, isso é que é uma coleção bacana”.

O ator também é prático na hora de se vestir. Confessa que gosta e se produzir para o tapete vermelho e fica lisonjeado quando vê seu nome frequentemente nas listas dos mais elegantes. Mas conta que, se pudesse, passaria o tempo todo de jeans e camiseta. “Minha maior preocupação é me sentir confortável com o que eu visto”, explica. “Quanto mais à vontade estou, mais consigo ser eu mesmo.” Entre suas marcas preferidas estão Topman, The Kooples, John Varvatos, Club Monaco e Asos.

Radcliffe é econômico até na hora do lazer. Uma vez por ano, tira férias em alguma praia ao lado da namorada, a atriz americana Erin Darke, com quem está desde 2012, quando filmaram juntos Versos de um Crime. “Neste ano, passamos duas semanas na Grécia. No ano passado, em Antígua, no Caribe. Acho que meu maior gasto é com viagens entre Nova York e Londres ou Los Angeles, sempre por causa do meu trabalho”, conta.

Outra das “extravagâncias” favoritas do ator é comprar camarotes para assistir a partidas de futebol americano com os amigos, muitos deles conquistados na época de Harry Potter, como o próprio Grint, Emma Watson e seu dublê nas cenas perigosas, David Holmes. São esses poucos privilegiados que podem segui-lo e sua conta segreta no Instagram, a única que ele mantém nas redes sociais. “Não tenho Twitter nem Facebook porque acho que iria facilmente sair brigando. Tenho muitas opiniões sobre tudo, sou muito impulsivo e acabaria respondendo aos ataques que são tão comuns nessas mídias”, admite.

Por tudo isso, Radcliffe está longe de ser um prato cheio para os paparazzi. “Não me meto em brigas. Não fico bêbado. O pior que pode acontecer é eles me flagrarem fumando”, confessa. “O assédio da imprensa e o fato de saber que há pessoas que eu não conheço falando de mim são coisas muito massacrantes. Não conseguiria lidar com isso constantemente.”

À sua maneira, o ator é um típico representante dos millennials, ou geração Y, como ficou conhecido o pessoal que, como ele, está hoje entre os 20 e 30 e poucos anos: mais ligado em viver experiências do que em comprar desenfreadamente, preocupado com o meio ambiente e com o consumo ético, e interessado em trabalhos que tragam mais prazer do que dinheiro. “Acho que isso é resultado de como o mundo está louco e assustador hoje em dia e do fato de termos crescido em meio a uma economia em crise. É como se todos nós disséssemos: ‘Sabe o quê? Só preciso de bons amigos e de bons momentos para ser feliz.’ Acho isso ótimo. Melhor curtir agora do que se preocupar com o futuro”, decreta.

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[Scans]

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[Photoshoot]






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