Após a noite de abertura de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead no teatro The Old Vic, em Londres, vários sites começaram a lançar suas críticas à peça. Leia algumas delas traduzidas clicando nos links abaixo:

Atualizaremos este post com mais links!


Ontem aconteceu a noite de abertura de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead no teatro The Old Vic, em Londres, e contou com a presença de vários críticos. Após a performance, Daniel Radcliffe e o elenco foram para o The Skylon para uma after party. Confira as fotos em nossa galeria:

a~1.jpg aa~0.jpg c~1.jpg d~2.jpg e~1.jpg

INICIO > APARIÇÕES PÚBLICAS > 2017 > EVENTOS > (07.03) AFTER PARTY DE ROSENCRANTZ & GUILDENSTERN ARE DEAD

Uma fã brasileira assistiu a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead, que está em cartaz no teatro The Old Vic em Londres, e compartilhou conosco sua review e algumas fotos:

“‘Rosencrantz And Guildenstern Are Dead’ é uma peça marcada pelo jogo de palavras sensacional em um ritmo rápido que não te deixa respirar. Se você for assistir, recomendo que saiba a história de Hamlet para entender melhor o que está acontecendo, pois há muita influência do teatro do absurdo de ‘Esperando Godot’, por exemplo. Entre jogos para passar o tempo e tentativas para descobrir onde estão, de onde vieram e para onde deveriam ir, Rosencrantz e Guildenstern também contam a história de Hamlet, com a participação de uma trupe de atores. Depois da peça, em vez de irmos para a stage door esperar pelos atores, nos levaram para uma fila na porta principal do teatro mesmo, onde grupos de umas 15 pessoas tinham quase um meet and greet apenas com o Daniel.”

— Ana Alves

aa.jpg a~0.jpg c~0.jpg j.jpg k~1.jpg


O jornal The Guardian e o teatro The Old Vic liberaram as primeiras fotos oficiais da peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead. Nelas podemos ver Daniel caracterizado como Rosencrantz:

1~111.jpg 2~54.jpg 3~22.jpg 5~24.jpg 6~12.jpg

PROJETOS > TEATRO > ROSENCRANTZ AND GUILDENSTERN ARE DEAD > IMAGENS PROMOCIONAIS | PROMOTIONAL

ATUALIZADO (07/03): Adicionamos mais 4 fotos liberadas pelo Time Out e What’sOnStage:

7~8.jpg 8~5.jpg 9~5.jpg 10~8.jpg


A partir de 20 de Abril, o National Theatre Live irá transmitir ao vivo apresentações de Rosecrantz & Guildenstern Are Dead em alguns cinemas. Confira abaixo o trailer:


Todos nós somos culpados disso – pedir desculpas demais, falar sobre o tempo ou quanto tempo a nossa jornada levou todas as manhãs, mas a coisa mais britânica que Daniel Radcliffe faz talvez surpreenda você.

O “menino que sobreviveu” é o homem dos shows de perguntas.

Sim, o não tão culpado prazer de Daniel Radcliffe é assistir a programas de perguntas.

Seus favoritos? Pointless, Only Connect e University Challenge – o que ele chama de a ‘divina trindade’.

O ator diz: “Eu cresci fazendo o University Challenge em uma família bastante competitiva de pessoas que fazem isso.”

Daniel diz que isso deixou-o com uma muito conhecimento, mas admite que quando o programa chega nas quartas de final ele luta para conseguir responder tantas perguntas!

 

Fonte


Mais vídeos da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead — que aconteceu no dia 07 de Fevereiro, foram liberados! A Sky News divulgou um outro vídeo no qual Daniel fala sobre sua pior audição, já o The Old Vic publicou um com Daniel e Joshua McGuire fazendo um jogo de perguntas.

“Eu fiz um teste para um filme animado uma vez. E como era animado… eu achei que tinha que fazer uma ‘voz’. Uma voz maluca. Então, eu fui lá e fiz umas escolhas bem ousadas. E não peguei a direção certa… como eu deveria… porque eu estava: ‘Não, não, não. Eu acho que está bom. E não consegui o papel.’.”

Daniel: Como se deve começar?

Você diz, “Você quer jogar o jogo de perguntas?”

Daniel: Você quer jogar o jogo de perguntas?

Joshua: Você… droga!

Regras: 1. Continue fazendo perguntas; 2. Não faça uma declaração; 3. Não repita uma pergunta.

Daniel: Devemos começar com outra pergunta?

Joshua: Sim.

Daniel: Como você está?

Joshua: Como você está hoje?

Joshua: Quero dizer, nós não estamos me dando aquilo

Daniel: Não estamos indo muito longe, estamos?

Joshua: Qual seu segundo nome?

Daniel: Você lembra do meu segundo nome?

Joshua: Você não… você… eu não acho que você já tenha me dito seu segundo nome?

Daniel: Isso é uma declaração!

Daniel: Como você gosta de mim agora?

Joshua: Como eu gostei de você antes?

Daniel: Quando?

Joshua: Onde?

Daniel: Antes do quê?

Joshua: Antes quando?

Joshua: O que você tem para o almoço?

Daniel: O que eu não tenho para o almoço?

Joshua: O que eu não tenho para o almoço? Isso conta como uma repetição? Porque eu fiz uma entonação diferente! Acho que é dois a dois.

Daniel: Você gosta de montanhas?

Joshua: Eu falei que não gosto de montanhas?

Joshua: Significa que eu ganhei?

Daniel: Sim, você ganhou!

Joshua: Mas ele ganha na peça, então é bom que eu ganhe na vida real. E acho que aprendemos que eu não posso jogar jogos.

Daniel: E nem eu!

Joshua: Você pode, definitivamente!

Daniel: Nós somos muito piores que nossos personagens; eles são incríveis nisso!

Joshua: Ou Tom é muito bom. Acho que ele teve tempo.

Daniel: Sim, ele escreveu isso.


Nessa domingo ocorrerá a 89ª edição do Academy Awards, mais conhecido como Oscars. Sabemos que Daniel não foi indicado em nenhuma categoria (assim como nenhum de seus últimos filmes), e um pouco depois das indicações serem anunciadas, o Indiewire publicou um artigo sobre o porquê ele merece um lugar na premiação por seu papel de cadáver flatulento em “Um Cadáver Para Sobreviver. Confira abaixo a nossa tradução:

Porque Daniel Radcliffe merece um Oscar por ‘Um Cadáver Para Sobreviver’

“Um cadáver Para Sobreviver” conhecido no Sundance como “a comédia do cadáver flatulante,” fechou e trancou a porta para uma campanha de Oscar para Radcliffe – se é que ela esteve aberta.

Aos 27, Daniel Radcliffe tem fãs que durariam por uma vida inteira, mas agora é a hora de reconhece-lo como um dos grandes atores atuais. Escolhido entre vários garotos ingleses em idade escolar, Radcliffe foi tirado da obscuridade para interpretar o “menino que sobreviveu” nos filmes de Harry Potter. Aguentando nos ombros o peso de fama mundial e um fandom intenso, ele fez a travessia perigosa de ator mirim para ator respeitado por se desafiar com “Equus”, onde ficava nu na Broadway, com uma comédia de humor negro na TV “A Young Doctor’s Notebook,” e o papel de um jovem Allen Ginsberg em “Versos de um Crime.” Em comédias como “Descompensada” e “Victor Frankenstein”, assim como, o horrível “A Mulher de Preto” e “Amaldiçoado”, nós testemunhamos o emergir de um Radcliffe dinâmico e ousado que é pagável, se não uma garantia de bilheteria.

Com seu último, “Um Cadáver para Sobreviver,” o ator inglês entregou o que seria uma interpretação que deveria ser sua entrada para o Oscar. Note, eu disse deveria. Como um bromance alegre e pueril, “Um Cadáver para Sobreviver” não tem chance de chamar a atenção da esnobe Academia. A reputação do filme no Sundance como a comédia do “cadáver flatulento” fechou essa porta, trancou e jogou a chave no ponto cego do Oscar.

E ainda assim, a performance de Radcliffe é exatamente o tipo que a Academia clama reverenciar. Escrito e dirigido por Dan Kwan e Daniel Scheinert, o filme segue a florescente amizade de Hank (Paul Dano), um homem solitário perdido em uma ilha deserta, e Manny (Radcliffe), o cadáver que é trazido pelo mar. De início, seu corpo inchado em um terno azul parece um falso raio de esperança. Mas quando puns estridentes o balançam, o homem morto se torna um salvador improvável de quem os puns os propulsam através das ondas para uma grande aventura que inclui a conversa sobre vida, sexo, e – sim – puns.

Soltando gás, mostrando sua bunda cabeluda, e aparecendo parcialmente decaído no filme inteiro, Radcliffe rejeita seu nicho aconchegante como galã britânico. Expulsando seu ego como metano deformado, o garoto que ficou pendurado em diversos armários de garotas parece credivelmente rançoso.

Compare sua transformação como o “cara multiuso” à interpretação de Leonardo DiCaprio no épico “O Regresso.” Acabar com a vaidade de astro de filmes é um pilar principal em performances ganhadoras do Oscar, desde o Leo meio grisalho em “O Regresso” e a aparição magérrima de Matthew McConaughey em “Clube de Compras de Dallas” ao nariz falso de Nicole Kidman em “As Horas.”

A transformação da glória do tapete vermelho à entrega total é uma narrativa previsível e popular na época das premiações. Claro, Leo comeu fígado de bisão pela sua arte, mas Radcliffe atua com um pênis falso que é usado para ereções como uma bússola! Na maior parte do filme, a fisicalidade de Radcliffe é restrita. Hank manipula Manny, desde o colocar sentado, colocando seu braço em uma pose casual falsa, ou fazendo-o dançar como uma marionete rígida.

Relembrando as performances vencedoras do Oscar, de Eddie Redmayne em “A Teoria do Tudo“ ou Daniel Day Lewis em “Meu Pé Esquerdo”, Radcliffe tem que criar um personagem sem a liberdade de se expressar com seu corpo. Ferramentas que atores geralmente subestimam – como o agitar dos dedos, ou dar com os ombros – são negadas a ele. Mas Radcliffe forma um herói que é dinâmico e vivo.

Enquanto Hank arrasta Manny de volta à civilização, o homem ressuscitado passa por uma evolução acelerada, mas bem definida, tropeçando em suas primeiras palavras e canções, de perguntas adolescentes sobre masturbação e seu corpo em processo de mudança, para perguntas mais profundas sobre o significado da vida e o propósito da dor. Radcliffe esculpe a jornada, fazendo Manny uma pessoa completamente realizada na nossa frente. É raro e lindo ver o arco completo da vida humana capturado na câmera.

Notavelmente, o vencedor do Oscar, Tom Hanks, se esforçou para isso em “Forest Gump – O Contador de Histórias”, enquanto Brad Pitt, indicado ao Oscar, tentou com “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Contudo, o primeiro precisou de um ator mais novo para cobrir suas cenas de infância, e o último confiou em um time de substitutos e efeitos visuais pioneiros. O arco de Manny é todo de Radcliffe, e é uma incrível realização de atuação.

Acima de tudo isso, Manny é um papel sem nenhum mapa. Não há imagens de arquivo para estudar. Nenhuma pesquisa na qual confiar, nenhuma fonte da qual tirar pistas. Apenas uma pergunta: Como uma pessoa se comportaria se acordasse em um corpo sem memórias, sem movimento e apenas com um amigo no mundo?

Radcliffe canaliza seu carisma natural e entusiasmo contagiante no incrível segmento de Manny para fazer esse filme, aparentemente absurdo, ser algo além de piadas de pum e um “amor entre irmãos”. Enquanto há um enorme coração batendo no centro do roteiro de Daniel, é fácil imaginar como sua execução foi violada por um ator que não era capaz de gerenciar o precário balanceamento entre doentes e doces. Os doces olhos de Radcliffe ficam tristes quando Manny pergunta, “Se meu melhor amigo está escondendo esses gases de mim, o que mais ele estará escondendo?” Com esse vulnerável desabafo, o bobo e delicado diálogo de Daniel embala uma pancada emocional que trás lágrimas aos olhos dos espectadores que, momentos antes, estavam rindo.

Radcliffe ainda aperfeiçoou um específico sotaque americano, um dispositivo de desempenho que auxiliou Forest Whitaker e Phillip Seymour Hoffman em suas respectivas vitórias: “O Último Rei da Escócia” e “Capote”. Entre o trabalho com o sotaque, o desafio físico para seu desempenho, a rejeição da vaidade, e trabalhar contra seu nicho, o único elemento favorável ao Oscar que falta em “Um Cadáver para Sobreviver” é o sedutor “baseado em fatos reais”. Sério: Sete dos últimos 10 vencedores de Melhor Ator eram títulos biográficos.

E ainda assim, Radcliffe não tem esperanças de ser notado pelo Oscar. “Um Cadáver para Sobreviver” está muito longe disso. Mesmo tendo em vista promover os melhores filmes que o cinema moderno americano tem a oferecer, a Academia de Filmes, Artes e Ciência costuma seguir definições médias do que se pode dizer ser “o melhor.” Tipicamente, isso significa dramas, particularmente biográficos. Pesquise a história do Oscar e veja se você encontrará alguma comédia. Mas se não for de Hollywood (“Birdman”, “O Artista”), nenhum filme estranho como esse passará pelo processo de nominação da Academia. E mesmo que passe, os desempenhos são tidos como garantidos.

Considere o ano passado. O épico filme de ação “Mad Max: Estrada de Fúria” recebeu 10 nominações, mas nenhuma em categorias de desempenho. Tom Hardy e Charlize Theron, que chocaram a audiência e críticos com seus icônicos anti-heróis, foram deixados de lado. Não, Daniel Radcliffe não receberá uma aprovação pelo Oscar com “Um Cadáver Para Sobreviver”. Mas pelos princípios ocultos da Academia, ele ganharia.

Nesse papel, ele saiu da zona de conforto do glamour de Hollywood, e adentrou a louca visão de dois produtores de primeira viagem; Ele entregou sua beleza para uma maquiagem desajeitada, seu corpo ao seu companheiro de cena, e sua reputação para um empreendimento arriscado que parece positivamente insano no papel; Ele correu exatamente o risco que queremos que sejam tomados pelas grandes estrelas de Hollywood. E de certa forma ele ganhou, ajudando a criar um filme que é definitivamente bom para trabalhar e inferior intelectualmente, porém, é ao mesmo tempo estranhamente bonito, calorosamente pungente e original.

“Um cadáver Para Sobreviver” não será o “O Regresso” de Radcliffe, porque mesmo com sua reputação prestigiada, o Oscar não é uma meritocracia de verdade. É um sistema que tende enaltecer dramas tradicionais, enquanto muitas vezes, ignora as ótimas explorações que novos talentos estão fazendo (“Whiplash: Em Busca da Perfeição”, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, e “Indomável Sonhadora” são ótimos exemplos). Sim, a Academia está começando a desmontar seu grande corpo de votação composta por homens brancos colocando membros diversos que poderão votar em “Beasts of no Nation” ou “Straight Outta Compton: A história do N.W.A.”. Vamos esperar, também, que eles possam abraçar a alegria e beleza que pode ser encontrada em filmes menos falados.

Escrito por: Kristy Puchko – Indiewire
Tradução e adaptação: Nuara Costa e Andressa Macedo


A distribuidora francesa de Jungle, AB International, divulgou o primeiro trailer do filme estrelado por Daniel Radcliffe. Assista abaixo legendado:

O filme é baseado no livro do aventureiro israelense Yossi Ghinsberg, que conta a sua expedição na floresta amazônica com dois amigos e um guia, mas que acabou se tornado uma aventura perigosa.


Como noticiamos anteriormente, Daniel Radcliffe esteve no programa The Graham Norton Show, que foi ao ar no dia 17 na BBC One. Daniel foi promover a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ao lado do co-star Joshua McGuire. Durante a conversa, o Graham Norton mostrou algumas “fotos de vidas passadas” do Daniel, e disse que ele é um viajante no tempo, além disso, falaram um pouco sobre a participação dele em Extras, programa de Ricky Gervais, que também estava presente.






2011 - 2016   DanielRadcliffe.Com.Br