Mais vídeos da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead — que aconteceu no dia 07 de Fevereiro, foram liberados! A Sky News divulgou um outro vídeo no qual Daniel fala sobre sua pior audição, já o The Old Vic publicou um com Daniel e Joshua McGuire fazendo um jogo de perguntas.

“Eu fiz um teste para um filme animado uma vez. E como era animado… eu achei que tinha que fazer uma ‘voz’. Uma voz maluca. Então, eu fui lá e fiz umas escolhas bem ousadas. E não peguei a direção certa… como eu deveria… porque eu estava: ‘Não, não, não. Eu acho que está bom. E não consegui o papel.’.”

Daniel: Como se deve começar?

Você diz, “Você quer jogar o jogo de perguntas?”

Daniel: Você quer jogar o jogo de perguntas?

Joshua: Você… droga!

Regras: 1. Continue fazendo perguntas; 2. Não faça uma declaração; 3. Não repita uma pergunta.

Daniel: Devemos começar com outra pergunta?

Joshua: Sim.

Daniel: Como você está?

Joshua: Como você está hoje?

Joshua: Quero dizer, nós não estamos me dando aquilo

Daniel: Não estamos indo muito longe, estamos?

Joshua: Qual seu segundo nome?

Daniel: Você lembra do meu segundo nome?

Joshua: Você não… você… eu não acho que você já tenha me dito seu segundo nome?

Daniel: Isso é uma declaração!

Daniel: Como você gosta de mim agora?

Joshua: Como eu gostei de você antes?

Daniel: Quando?

Joshua: Onde?

Daniel: Antes do quê?

Joshua: Antes quando?

Joshua: O que você tem para o almoço?

Daniel: O que eu não tenho para o almoço?

Joshua: O que eu não tenho para o almoço? Isso conta como uma repetição? Porque eu fiz uma entonação diferente! Acho que é dois a dois.

Daniel: Você gosta de montanhas?

Joshua: Eu falei que não gosto de montanhas?

Joshua: Significa que eu ganhei?

Daniel: Sim, você ganhou!

Joshua: Mas ele ganha na peça, então é bom que eu ganhe na vida real. E acho que aprendemos que eu não posso jogar jogos.

Daniel: E nem eu!

Joshua: Você pode, definitivamente!

Daniel: Nós somos muito piores que nossos personagens; eles são incríveis nisso!

Joshua: Ou Tom é muito bom. Acho que ele teve tempo.

Daniel: Sim, ele escreveu isso.


Nessa domingo ocorrerá a 89ª edição do Academy Awards, mais conhecido como Oscars. Sabemos que Daniel não foi indicado em nenhuma categoria (assim como nenhum de seus últimos filmes), e um pouco depois das indicações serem anunciadas, o Indiewire publicou um artigo sobre o porquê ele merece um lugar na premiação por seu papel de cadáver flatulento em “Um Cadáver Para Sobreviver. Confira abaixo a nossa tradução:

Porque Daniel Radcliffe merece um Oscar por ‘Um Cadáver Para Sobreviver’

“Um cadáver Para Sobreviver” conhecido no Sundance como “a comédia do cadáver flatulante,” fechou e trancou a porta para uma campanha de Oscar para Radcliffe – se é que ela esteve aberta.

Aos 27, Daniel Radcliffe tem fãs que durariam por uma vida inteira, mas agora é a hora de reconhece-lo como um dos grandes atores atuais. Escolhido entre vários garotos ingleses em idade escolar, Radcliffe foi tirado da obscuridade para interpretar o “menino que sobreviveu” nos filmes de Harry Potter. Aguentando nos ombros o peso de fama mundial e um fandom intenso, ele fez a travessia perigosa de ator mirim para ator respeitado por se desafiar com “Equus”, onde ficava nu na Broadway, com uma comédia de humor negro na TV “A Young Doctor’s Notebook,” e o papel de um jovem Allen Ginsberg em “Versos de um Crime.” Em comédias como “Descompensada” e “Victor Frankenstein”, assim como, o horrível “A Mulher de Preto” e “Amaldiçoado”, nós testemunhamos o emergir de um Radcliffe dinâmico e ousado que é pagável, se não uma garantia de bilheteria.

Com seu último, “Um Cadáver para Sobreviver,” o ator inglês entregou o que seria uma interpretação que deveria ser sua entrada para o Oscar. Note, eu disse deveria. Como um bromance alegre e pueril, “Um Cadáver para Sobreviver” não tem chance de chamar a atenção da esnobe Academia. A reputação do filme no Sundance como a comédia do “cadáver flatulento” fechou essa porta, trancou e jogou a chave no ponto cego do Oscar.

E ainda assim, a performance de Radcliffe é exatamente o tipo que a Academia clama reverenciar. Escrito e dirigido por Dan Kwan e Daniel Scheinert, o filme segue a florescente amizade de Hank (Paul Dano), um homem solitário perdido em uma ilha deserta, e Manny (Radcliffe), o cadáver que é trazido pelo mar. De início, seu corpo inchado em um terno azul parece um falso raio de esperança. Mas quando puns estridentes o balançam, o homem morto se torna um salvador improvável de quem os puns os propulsam através das ondas para uma grande aventura que inclui a conversa sobre vida, sexo, e – sim – puns.

Soltando gás, mostrando sua bunda cabeluda, e aparecendo parcialmente decaído no filme inteiro, Radcliffe rejeita seu nicho aconchegante como galã britânico. Expulsando seu ego como metano deformado, o garoto que ficou pendurado em diversos armários de garotas parece credivelmente rançoso.

Compare sua transformação como o “cara multiuso” à interpretação de Leonardo DiCaprio no épico “O Regresso.” Acabar com a vaidade de astro de filmes é um pilar principal em performances ganhadoras do Oscar, desde o Leo meio grisalho em “O Regresso” e a aparição magérrima de Matthew McConaughey em “Clube de Compras de Dallas” ao nariz falso de Nicole Kidman em “As Horas.”

A transformação da glória do tapete vermelho à entrega total é uma narrativa previsível e popular na época das premiações. Claro, Leo comeu fígado de bisão pela sua arte, mas Radcliffe atua com um pênis falso que é usado para ereções como uma bússola! Na maior parte do filme, a fisicalidade de Radcliffe é restrita. Hank manipula Manny, desde o colocar sentado, colocando seu braço em uma pose casual falsa, ou fazendo-o dançar como uma marionete rígida.

Relembrando as performances vencedoras do Oscar, de Eddie Redmayne em “A Teoria do Tudo“ ou Daniel Day Lewis em “Meu Pé Esquerdo”, Radcliffe tem que criar um personagem sem a liberdade de se expressar com seu corpo. Ferramentas que atores geralmente subestimam – como o agitar dos dedos, ou dar com os ombros – são negadas a ele. Mas Radcliffe forma um herói que é dinâmico e vivo.

Enquanto Hank arrasta Manny de volta à civilização, o homem ressuscitado passa por uma evolução acelerada, mas bem definida, tropeçando em suas primeiras palavras e canções, de perguntas adolescentes sobre masturbação e seu corpo em processo de mudança, para perguntas mais profundas sobre o significado da vida e o propósito da dor. Radcliffe esculpe a jornada, fazendo Manny uma pessoa completamente realizada na nossa frente. É raro e lindo ver o arco completo da vida humana capturado na câmera.

Notavelmente, o vencedor do Oscar, Tom Hanks, se esforçou para isso em “Forest Gump – O Contador de Histórias”, enquanto Brad Pitt, indicado ao Oscar, tentou com “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Contudo, o primeiro precisou de um ator mais novo para cobrir suas cenas de infância, e o último confiou em um time de substitutos e efeitos visuais pioneiros. O arco de Manny é todo de Radcliffe, e é uma incrível realização de atuação.

Acima de tudo isso, Manny é um papel sem nenhum mapa. Não há imagens de arquivo para estudar. Nenhuma pesquisa na qual confiar, nenhuma fonte da qual tirar pistas. Apenas uma pergunta: Como uma pessoa se comportaria se acordasse em um corpo sem memórias, sem movimento e apenas com um amigo no mundo?

Radcliffe canaliza seu carisma natural e entusiasmo contagiante no incrível segmento de Manny para fazer esse filme, aparentemente absurdo, ser algo além de piadas de pum e um “amor entre irmãos”. Enquanto há um enorme coração batendo no centro do roteiro de Daniel, é fácil imaginar como sua execução foi violada por um ator que não era capaz de gerenciar o precário balanceamento entre doentes e doces. Os doces olhos de Radcliffe ficam tristes quando Manny pergunta, “Se meu melhor amigo está escondendo esses gases de mim, o que mais ele estará escondendo?” Com esse vulnerável desabafo, o bobo e delicado diálogo de Daniel embala uma pancada emocional que trás lágrimas aos olhos dos espectadores que, momentos antes, estavam rindo.

Radcliffe ainda aperfeiçoou um específico sotaque americano, um dispositivo de desempenho que auxiliou Forest Whitaker e Phillip Seymour Hoffman em suas respectivas vitórias: “O Último Rei da Escócia” e “Capote”. Entre o trabalho com o sotaque, o desafio físico para seu desempenho, a rejeição da vaidade, e trabalhar contra seu nicho, o único elemento favorável ao Oscar que falta em “Um Cadáver para Sobreviver” é o sedutor “baseado em fatos reais”. Sério: Sete dos últimos 10 vencedores de Melhor Ator eram títulos biográficos.

E ainda assim, Radcliffe não tem esperanças de ser notado pelo Oscar. “Um Cadáver para Sobreviver” está muito longe disso. Mesmo tendo em vista promover os melhores filmes que o cinema moderno americano tem a oferecer, a Academia de Filmes, Artes e Ciência costuma seguir definições médias do que se pode dizer ser “o melhor.” Tipicamente, isso significa dramas, particularmente biográficos. Pesquise a história do Oscar e veja se você encontrará alguma comédia. Mas se não for de Hollywood (“Birdman”, “O Artista”), nenhum filme estranho como esse passará pelo processo de nominação da Academia. E mesmo que passe, os desempenhos são tidos como garantidos.

Considere o ano passado. O épico filme de ação “Mad Max: Estrada de Fúria” recebeu 10 nominações, mas nenhuma em categorias de desempenho. Tom Hardy e Charlize Theron, que chocaram a audiência e críticos com seus icônicos anti-heróis, foram deixados de lado. Não, Daniel Radcliffe não receberá uma aprovação pelo Oscar com “Um Cadáver Para Sobreviver”. Mas pelos princípios ocultos da Academia, ele ganharia.

Nesse papel, ele saiu da zona de conforto do glamour de Hollywood, e adentrou a louca visão de dois produtores de primeira viagem; Ele entregou sua beleza para uma maquiagem desajeitada, seu corpo ao seu companheiro de cena, e sua reputação para um empreendimento arriscado que parece positivamente insano no papel; Ele correu exatamente o risco que queremos que sejam tomados pelas grandes estrelas de Hollywood. E de certa forma ele ganhou, ajudando a criar um filme que é definitivamente bom para trabalhar e inferior intelectualmente, porém, é ao mesmo tempo estranhamente bonito, calorosamente pungente e original.

“Um cadáver Para Sobreviver” não será o “O Regresso” de Radcliffe, porque mesmo com sua reputação prestigiada, o Oscar não é uma meritocracia de verdade. É um sistema que tende enaltecer dramas tradicionais, enquanto muitas vezes, ignora as ótimas explorações que novos talentos estão fazendo (“Whiplash: Em Busca da Perfeição”, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, e “Indomável Sonhadora” são ótimos exemplos). Sim, a Academia está começando a desmontar seu grande corpo de votação composta por homens brancos colocando membros diversos que poderão votar em “Beasts of no Nation” ou “Straight Outta Compton: A história do N.W.A.”. Vamos esperar, também, que eles possam abraçar a alegria e beleza que pode ser encontrada em filmes menos falados.

Escrito por: Kristy Puchko – Indiewire
Tradução e adaptação: Nuara Costa e Andressa Macedo


A distribuidora francesa de Jungle, AB International, divulgou o primeiro trailer do filme estrelado por Daniel Radcliffe. Assista abaixo legendado:

O filme é baseado no livro do aventureiro israelense Yossi Ghinsberg, que conta a sua expedição na floresta amazônica com dois amigos e um guia, mas que acabou se tornado uma aventura perigosa.


Como noticiamos anteriormente, Daniel Radcliffe esteve no programa The Graham Norton Show, que foi ao ar no dia 17 na BBC One. Daniel foi promover a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ao lado do co-star Joshua McGuire. Durante a conversa, o Graham Norton mostrou algumas “fotos de vidas passadas” do Daniel, e disse que ele é um viajante no tempo, além disso, falaram um pouco sobre a participação dele em Extras, programa de Ricky Gervais, que também estava presente.


O Sky News também esteve com Daniel Radcliffe e Joshua McGuire durante a press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead ontem no teatro The Old Vic e, durante a entrevista, Daniel revelou que não gostaria de interpretar Hamlet.

“É um conflito para mim, porque eu vi várias pessoas interpretando Hamlet e eles eram muito, muito bons, e isso me deixaria louco, porque eu ficaria ‘Oh, eu não vou ser tão bom quanto esses caras,'” Radcliffe disse à Sky News.

Daniel também falou ser um “grande alívio” já ter trabalhado com Joshua McGuire antes:

“É aquela coisa adorável – não ter que se preocupar em estabelecer uma amizade e apenas estar disponível e chegar e, ‘Oh, ótimo, nós podemos começar a trabalhar na peça no primeiro dia.'”

Sobre o porquê dele estar fazendo a peça:

“É muito, muito engraçado. Há tantas coisas diferentes,” ele diz. “Trata de questões filosóficas de um modo que é incrivelmente divertido e acessível, e há muito mais coisas acontecendo ao mesmo tempo que essas perguntas existenciais te inundam enquanto você assiste esta farsa.”

Fonte


Foi liberada mais uma entrevista da press junket de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead, que aconteceu ontem no teatro Old Vic, em Londres. Nessa nova entrevista, Daniel revela que leu a peça aos 14/15 anos de idade e que seria muito mais “aterrorizante” ler ela pela primeira vez se estivesse realmente considerando fazê-la. Ele também fala sobre como a platéia faz parte do show, a pressão inicial de atuar na frente das pessoas e sempre tentar fazer uma performance melhor.

ATUALIZADO [08/02 às 18:18]: Outro vídeo foi divulgado, desta vez, da Reuters:

ATUALIZADO [15/02 às 15:05]: Liberado mais um trecho da entrevista para a AP e um vídeo da Magic Radio:


Hoje pela manhã uma das entrevistas da press de “Rosencrantz and Guildenstern are Dead”, que aconteceu ontem, foi ao ar no Good Morning Britain. Após o programa, um trecho da entrevista foi liberado, e nele, Daniel junto com seu colega de palco, Josh McGuire, falaram sobre os fãs que Daniel atrai e sobre a possibilidade de ele voltar a interpretar Harry Potter em uma adaptação cinematográfica de A Criança Amaldiçoada. Você pode conferir o vídeo e a tradução do mesmo abaixo:

Foi intimidador entrar no projeto, sabendo que você tem uns fãs bem entusiasmados? 
DR: É legal… eu honestamente não ligo porque as pessoas vêm assistir, porque elas estão vindo assistir.

Você se surpreende com a sua jornada, especialmente depois de tudo aquilo? 

DR: Eu não sei, acho que não cabe a mim dizer. Mas acho que sim, e algumas pessoas provavelmente acham que não.

JM: Eu fiquei muito surpreso. [risos]

DR: [risos] Josh esperou que eu fosse imediatamente para outra franquia de bruxos.

Mas e se eles fizessem um filme? Você aceitaria fazer?

DR: Eu não sei… não tenho certeza, falta muito tempo, não?

JM: Sim, eu aceitaria. [risos]

Josh está disponível!

DR: Não, Josh está aqui, comigo. [risos] Eu realmente não sei. Acho que é tudo teórico, se fosse se tornar algo além de teórico, é claro que eu pensaria sobre.

Tradução: Nuara Costa – DRBR


Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (Harry Potter and the Cursed Child) talvez seja uma das principais atrações de West End agora, mas se você virar a esquina poderá ver o bruxo titular em pessoa.

Daniel Radcliffe irá em breve estrelar a nova produção de Tom Stoppard, Rosencrantz and Guildenstern Are Dead, ao lado da estrela de Lovesick e bom amigo Joshua McGuire.

Atualmente nos ensaios para a peça, a Digital Spy esteve com os atores no Old Vic, onde eles nos deram algumas prévias incríveis sobre o clássico, que comemora seus 50 anos neste ano.

Quando questionados sobre como se sentiram quando leram pela primeira vez o projeto, Daniel disse: “Apenas muito animado, e um pouco intimidado. O tamanho da coisa que você está entrando. É muito para aprender, é um show desafiante, mas incrivelmente gratificante de fazer.”

Sobre formar uma dupla com Joshua, ele explicou: “Nós trabalhamos juntos alguns anos atrás, e mantivemos contato – e nossas carreiras têm esse tipo estranho de caminhos paralelos.”

“Nós trabalhamos juntos em A Young Doctor’s Notebook (Diário de Um Jovem Médico), e também interpretamos versões intercambiáveis um do outro. Em A Young Doctor’s Notebook, ele era um médico mais jovem ainda. Então, em Privacy, nós fizemos essencialmente o mesmo personagem, Josh fez fora da Broadway. Agora, nesta peça, nós somos levemente intercambiáveis também. É um destino legal e estranho.”

“Contudo, eu não tenho certeza de qual é o nome dele,” Josh brinca. “Eu acho que é Josh.”

Então, ser bons amigos é um benefício para a peça?

“100%,” Joshua disse. “O valor disso é inestimável, de verdade. Seria mais difícil ter que conhecer a pessoa em um dia, e se você não tivesse sucesso com essa pessoa, eu acho que isso [a peça] seria impossível.”

Daniel adiciona: “Imagina se você não gosta deles. Seria também uma peça bem diferente. Isso sairia. Você poderia interpretar esses personagens como se não gostassem um do outro, provavelmente. Ou como eles frustam um ao outro, mas, essencialmente, eles são amigos.”

“Nosso diretor selecionou alguns momentos outro dia, onde ele disse que ele gostou da nossa ‘vibe de casados'”, adicionou Joshua. “As brigas. No palco! É algo que você ganha de graça!”

A dupla também disse que eles sempre irão esperar encontrar tempo para trabalhar no teatro entre seus papéis na TV e em filmes.

“Deus, sim,” Daniel disse. “Eu acho que não há uma peça que eu terminei e não me tornei um ator melhor por causa disso.”

Joshua adiciona: “E esta peça é um trabalho rigoroso. Eu acho isso o tipo certo de cansaço. Mais do que qualquer coisa, eu acho isso revigorante. Você e David têm um histórico incrível e um conhecimento filosófico.”

“Eu nunca fui para a universidade, mas nós tivemos os melhores seminários onde você apenas joga ideias sobre A Sociedade dos Poetas Mortos ou alguma coisa, e às vezes nossos ensaios se tornam isso, e é muito útil. É um exercício.”

Mas, Daniel já viu A Criança Amaldiçoada?

“Eu não estou tentando me manter longe do show. Estou tentando ficar longe do que poderia ser, potencialmente, a experiência de ver isso. Eu sei que outras pessoas do elenco [de Harry Potter] foram assistir, apenas sinto que se eu estivesse sentado em uma platéia de fãs de Harry Potter, isso seria, possivelmente, um show um pouco diferente, e, possivelmente, seria eu assistindo e sentindo que as pessoas estão assistindo eu assistindo. Isso tudo poderia estar na minha cabeça, mas eu apenas prevejo que talvez não seria relaxante.”

“Eu estava com barba até dois dias atrás. E então, eu sabia que estaria fazendo isso, por essa razão eu raspei, e acabei percebendo o quão imediatamente me fez parecer mais jovem e mais como Harry Potter.”

Quando perguntado se ele nunca se sentiria protetor sobre alguém pegar o papel de Harry em algum filme no futuro, ele adicionou: “Eu não acho que eu teria esse direito! Se alguém interpretá-lo, tenho certeza que seria estranho, mas também tenho certeza que eu superaria. James [Parker] está interpretando, e eu estou muito feliz com isso.”

As prévias de Rosencrantz & Guildenstern Are Dead começam no The Old Vic de 25 de fevereiro e estreia em 7 de março.

Entrevista por Tom Eames – Digital Spy


Daniel Radcliffe (Rosencrantz), Joshua McGuire (Guildenstern) e David Haig (The Player) concederam algumas entrevistas hoje para divulgar a produção de aniversário de 50 anos da peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead. A primeira liberada foi a do WhatsOnStage. Assista abaixo:

No vídeo o elenco fala um pouco sobre a peça, já terem trabalhado juntos e Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

ATUALIZADO [07/02 às 20h26]: Liberada a entrevista para o ITV London:


A página no Facebook do teatro Old Vic publicou algumas fotos dos ensaios para a peça Rosencrantz & Guildenstern Are Dead. Confira em nossa galeria clicando em uma das fotos abaixo:

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[Rosencrantz and Guildenstern are Dead > Ensaios]

As prévias começam dia 25 de fevereiro!






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