Jungle estreou no Melbourne International Film Festival no dia 03 de Agosto. Daniel não esteve presente, mas gravou um vídeo introdutório para que fosse exibido antes do filme. Mais 3 fotos de Daniel foram liberadas:

 

 

 

 

Fonte: http://www.danieljradcliffe.tk/


Como parte da programação do Melbourne International Film Festival, Jungle teve um trailer oficial liberado e novas stills, além disso, o filme terá uma premiere no The Regent Theatre e uma after party no The Plaza Ballroom no no dia 3 de Agosto.

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[JUNGLE > STILLS]

O filme é baseado no livro do aventureiro israelense Yossi Ghinsberg, que conta a sua expedição na floresta amazônica bolivariana com dois amigos e um guia, mas que acabou se tornado uma aventura perigosa. Foi dirigido por Greg McLean (Wolf Creek) e filmado em Mount Tambourine em Queensland, na Austrália, e na Colômbia.


Diretamente do Festival de Cannes, a Variety confirmou mais um projeto de Daniel Radcliffe! O filme “Escape from Pretoria” é um drama baseado na autobiografia de Tim Jenkin,“Inside Out: Escape From Pretoria Prison”, no qual Daniel interpretará Jenkin, um de dois sul-africanos de 20 e poucos anos, que foram taxados como terroristas, presos em 1978 ao se envolverem em operações secretas anti-apartheid para o Congresso Nacional Africano. Aprisionados na Prisão de Segurança Máxima de Pretoria, a dupla decide mandar para o regime uma mensagem clara e planejar uma fuga.

Com o roteiro e direção de Francis Annan, David Barron (Harry Potter), Mark Blaney e Jackie Sheppard da Footprint Films como produtores, a The Works irá introduzir o filme para compradores em Cannes.

Político sem ser polêmico, ‘Escape from Pretoria’ é uma combinação rara de gênero e drama, e eu estou encantado em trazer a combinação potente de Daniel Radcliffe e Francis Annan nesta história surpreendente,” disse Barron.

O filme tem como co-produtores a The Works e Television Group, e está programado para começar a produção na África do Sul no começo de 2018.


Segundo o Hollywood Reporter, Daniel Radcliffe irá estrelar um filme de comédia de ação nos moldes de Deadpool e Kick-Ass – Quebrando tudo. O filme (escrito e dirigido por Jason Lei Howden) será apresentado para possíveis compradores no festival de Cannes.

Gun Akinbo está sendo divulgado como uma comédia de ação original cheia de adrenalina, no estilo dos recentes filmes do gênero. O filme segue um homem cuja mundana existência é virada de cabeça pra baixo quando ele se encontra em um website obscuro que força estranhos a lutar em um jogo mortal, resultando em batalhas gladiadoras exibidas em tempo real para uma platéia fanática. Depois de ser jogado contra uma máquina mortífera imparável, ele consegue evitar conflito, mas quando sua ex-namorada é sequestrada, ele tem que superar seus medos e parar de fugir.

O filme está em fase de pré-produção e conta com Joe Neurauter e Felipe Marino como produtores. O estúdio responsável pelo longa é Occupant Entertainment. O CEO do estúdio, Andy Mayson,  disse que todos no estúdio de apaixonaram pelo filme quando leram o roteiro e que “Jason é um dos novos diretores mais excitantes, originais e comerciais de hoje, e com o casting de Daniel Radcliffe como o herói, Guns Akimbo será uma experiência de ação de outro nível focada em emocionar o público ao redor do mundo.”

Guns Akimbo ainda não possui data de estréia.


Nessa domingo ocorrerá a 89ª edição do Academy Awards, mais conhecido como Oscars. Sabemos que Daniel não foi indicado em nenhuma categoria (assim como nenhum de seus últimos filmes), e um pouco depois das indicações serem anunciadas, o Indiewire publicou um artigo sobre o porquê ele merece um lugar na premiação por seu papel de cadáver flatulento em “Um Cadáver Para Sobreviver. Confira abaixo a nossa tradução:

Porque Daniel Radcliffe merece um Oscar por ‘Um Cadáver Para Sobreviver’

“Um cadáver Para Sobreviver” conhecido no Sundance como “a comédia do cadáver flatulante,” fechou e trancou a porta para uma campanha de Oscar para Radcliffe – se é que ela esteve aberta.

Aos 27, Daniel Radcliffe tem fãs que durariam por uma vida inteira, mas agora é a hora de reconhece-lo como um dos grandes atores atuais. Escolhido entre vários garotos ingleses em idade escolar, Radcliffe foi tirado da obscuridade para interpretar o “menino que sobreviveu” nos filmes de Harry Potter. Aguentando nos ombros o peso de fama mundial e um fandom intenso, ele fez a travessia perigosa de ator mirim para ator respeitado por se desafiar com “Equus”, onde ficava nu na Broadway, com uma comédia de humor negro na TV “A Young Doctor’s Notebook,” e o papel de um jovem Allen Ginsberg em “Versos de um Crime.” Em comédias como “Descompensada” e “Victor Frankenstein”, assim como, o horrível “A Mulher de Preto” e “Amaldiçoado”, nós testemunhamos o emergir de um Radcliffe dinâmico e ousado que é pagável, se não uma garantia de bilheteria.

Com seu último, “Um Cadáver para Sobreviver,” o ator inglês entregou o que seria uma interpretação que deveria ser sua entrada para o Oscar. Note, eu disse deveria. Como um bromance alegre e pueril, “Um Cadáver para Sobreviver” não tem chance de chamar a atenção da esnobe Academia. A reputação do filme no Sundance como a comédia do “cadáver flatulento” fechou essa porta, trancou e jogou a chave no ponto cego do Oscar.

E ainda assim, a performance de Radcliffe é exatamente o tipo que a Academia clama reverenciar. Escrito e dirigido por Dan Kwan e Daniel Scheinert, o filme segue a florescente amizade de Hank (Paul Dano), um homem solitário perdido em uma ilha deserta, e Manny (Radcliffe), o cadáver que é trazido pelo mar. De início, seu corpo inchado em um terno azul parece um falso raio de esperança. Mas quando puns estridentes o balançam, o homem morto se torna um salvador improvável de quem os puns os propulsam através das ondas para uma grande aventura que inclui a conversa sobre vida, sexo, e – sim – puns.

Soltando gás, mostrando sua bunda cabeluda, e aparecendo parcialmente decaído no filme inteiro, Radcliffe rejeita seu nicho aconchegante como galã britânico. Expulsando seu ego como metano deformado, o garoto que ficou pendurado em diversos armários de garotas parece credivelmente rançoso.

Compare sua transformação como o “cara multiuso” à interpretação de Leonardo DiCaprio no épico “O Regresso.” Acabar com a vaidade de astro de filmes é um pilar principal em performances ganhadoras do Oscar, desde o Leo meio grisalho em “O Regresso” e a aparição magérrima de Matthew McConaughey em “Clube de Compras de Dallas” ao nariz falso de Nicole Kidman em “As Horas.”

A transformação da glória do tapete vermelho à entrega total é uma narrativa previsível e popular na época das premiações. Claro, Leo comeu fígado de bisão pela sua arte, mas Radcliffe atua com um pênis falso que é usado para ereções como uma bússola! Na maior parte do filme, a fisicalidade de Radcliffe é restrita. Hank manipula Manny, desde o colocar sentado, colocando seu braço em uma pose casual falsa, ou fazendo-o dançar como uma marionete rígida.

Relembrando as performances vencedoras do Oscar, de Eddie Redmayne em “A Teoria do Tudo“ ou Daniel Day Lewis em “Meu Pé Esquerdo”, Radcliffe tem que criar um personagem sem a liberdade de se expressar com seu corpo. Ferramentas que atores geralmente subestimam – como o agitar dos dedos, ou dar com os ombros – são negadas a ele. Mas Radcliffe forma um herói que é dinâmico e vivo.

Enquanto Hank arrasta Manny de volta à civilização, o homem ressuscitado passa por uma evolução acelerada, mas bem definida, tropeçando em suas primeiras palavras e canções, de perguntas adolescentes sobre masturbação e seu corpo em processo de mudança, para perguntas mais profundas sobre o significado da vida e o propósito da dor. Radcliffe esculpe a jornada, fazendo Manny uma pessoa completamente realizada na nossa frente. É raro e lindo ver o arco completo da vida humana capturado na câmera.

Notavelmente, o vencedor do Oscar, Tom Hanks, se esforçou para isso em “Forest Gump – O Contador de Histórias”, enquanto Brad Pitt, indicado ao Oscar, tentou com “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Contudo, o primeiro precisou de um ator mais novo para cobrir suas cenas de infância, e o último confiou em um time de substitutos e efeitos visuais pioneiros. O arco de Manny é todo de Radcliffe, e é uma incrível realização de atuação.

Acima de tudo isso, Manny é um papel sem nenhum mapa. Não há imagens de arquivo para estudar. Nenhuma pesquisa na qual confiar, nenhuma fonte da qual tirar pistas. Apenas uma pergunta: Como uma pessoa se comportaria se acordasse em um corpo sem memórias, sem movimento e apenas com um amigo no mundo?

Radcliffe canaliza seu carisma natural e entusiasmo contagiante no incrível segmento de Manny para fazer esse filme, aparentemente absurdo, ser algo além de piadas de pum e um “amor entre irmãos”. Enquanto há um enorme coração batendo no centro do roteiro de Daniel, é fácil imaginar como sua execução foi violada por um ator que não era capaz de gerenciar o precário balanceamento entre doentes e doces. Os doces olhos de Radcliffe ficam tristes quando Manny pergunta, “Se meu melhor amigo está escondendo esses gases de mim, o que mais ele estará escondendo?” Com esse vulnerável desabafo, o bobo e delicado diálogo de Daniel embala uma pancada emocional que trás lágrimas aos olhos dos espectadores que, momentos antes, estavam rindo.

Radcliffe ainda aperfeiçoou um específico sotaque americano, um dispositivo de desempenho que auxiliou Forest Whitaker e Phillip Seymour Hoffman em suas respectivas vitórias: “O Último Rei da Escócia” e “Capote”. Entre o trabalho com o sotaque, o desafio físico para seu desempenho, a rejeição da vaidade, e trabalhar contra seu nicho, o único elemento favorável ao Oscar que falta em “Um Cadáver para Sobreviver” é o sedutor “baseado em fatos reais”. Sério: Sete dos últimos 10 vencedores de Melhor Ator eram títulos biográficos.

E ainda assim, Radcliffe não tem esperanças de ser notado pelo Oscar. “Um Cadáver para Sobreviver” está muito longe disso. Mesmo tendo em vista promover os melhores filmes que o cinema moderno americano tem a oferecer, a Academia de Filmes, Artes e Ciência costuma seguir definições médias do que se pode dizer ser “o melhor.” Tipicamente, isso significa dramas, particularmente biográficos. Pesquise a história do Oscar e veja se você encontrará alguma comédia. Mas se não for de Hollywood (“Birdman”, “O Artista”), nenhum filme estranho como esse passará pelo processo de nominação da Academia. E mesmo que passe, os desempenhos são tidos como garantidos.

Considere o ano passado. O épico filme de ação “Mad Max: Estrada de Fúria” recebeu 10 nominações, mas nenhuma em categorias de desempenho. Tom Hardy e Charlize Theron, que chocaram a audiência e críticos com seus icônicos anti-heróis, foram deixados de lado. Não, Daniel Radcliffe não receberá uma aprovação pelo Oscar com “Um Cadáver Para Sobreviver”. Mas pelos princípios ocultos da Academia, ele ganharia.

Nesse papel, ele saiu da zona de conforto do glamour de Hollywood, e adentrou a louca visão de dois produtores de primeira viagem; Ele entregou sua beleza para uma maquiagem desajeitada, seu corpo ao seu companheiro de cena, e sua reputação para um empreendimento arriscado que parece positivamente insano no papel; Ele correu exatamente o risco que queremos que sejam tomados pelas grandes estrelas de Hollywood. E de certa forma ele ganhou, ajudando a criar um filme que é definitivamente bom para trabalhar e inferior intelectualmente, porém, é ao mesmo tempo estranhamente bonito, calorosamente pungente e original.

“Um cadáver Para Sobreviver” não será o “O Regresso” de Radcliffe, porque mesmo com sua reputação prestigiada, o Oscar não é uma meritocracia de verdade. É um sistema que tende enaltecer dramas tradicionais, enquanto muitas vezes, ignora as ótimas explorações que novos talentos estão fazendo (“Whiplash: Em Busca da Perfeição”, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, e “Indomável Sonhadora” são ótimos exemplos). Sim, a Academia está começando a desmontar seu grande corpo de votação composta por homens brancos colocando membros diversos que poderão votar em “Beasts of no Nation” ou “Straight Outta Compton: A história do N.W.A.”. Vamos esperar, também, que eles possam abraçar a alegria e beleza que pode ser encontrada em filmes menos falados.

Escrito por: Kristy Puchko – Indiewire
Tradução e adaptação: Nuara Costa e Andressa Macedo


A distribuidora francesa de Jungle, AB International, divulgou o primeiro trailer do filme estrelado por Daniel Radcliffe. Assista abaixo legendado:

O filme é baseado no livro do aventureiro israelense Yossi Ghinsberg, que conta a sua expedição na floresta amazônica com dois amigos e um guia, mas que acabou se tornado uma aventura perigosa.


Hoje pela manhã uma das entrevistas da press de “Rosencrantz and Guildenstern are Dead”, que aconteceu ontem, foi ao ar no Good Morning Britain. Após o programa, um trecho da entrevista foi liberado, e nele, Daniel junto com seu colega de palco, Josh McGuire, falaram sobre os fãs que Daniel atrai e sobre a possibilidade de ele voltar a interpretar Harry Potter em uma adaptação cinematográfica de A Criança Amaldiçoada. Você pode conferir o vídeo e a tradução do mesmo abaixo:

Foi intimidador entrar no projeto, sabendo que você tem uns fãs bem entusiasmados? 
DR: É legal… eu honestamente não ligo porque as pessoas vêm assistir, porque elas estão vindo assistir.

Você se surpreende com a sua jornada, especialmente depois de tudo aquilo? 

DR: Eu não sei, acho que não cabe a mim dizer. Mas acho que sim, e algumas pessoas provavelmente acham que não.

JM: Eu fiquei muito surpreso. [risos]

DR: [risos] Josh esperou que eu fosse imediatamente para outra franquia de bruxos.

Mas e se eles fizessem um filme? Você aceitaria fazer?

DR: Eu não sei… não tenho certeza, falta muito tempo, não?

JM: Sim, eu aceitaria. [risos]

Josh está disponível!

DR: Não, Josh está aqui, comigo. [risos] Eu realmente não sei. Acho que é tudo teórico, se fosse se tornar algo além de teórico, é claro que eu pensaria sobre.

Tradução: Nuara Costa – DRBR


Nós, fãs do Daniel Radcliffe recebemos um presente de Natal atrasado da Netflix Brasil. A empresa de streaming comprou os direitos de divulgação do filme no país e a partir de 29 de Dezembro o filme fará parte do catálogo da empresa. O filme foi traduzido como “Um Cadáver para sobreviver.” Vale lembrar que a Netflix Brasil disponibiliza outros títulos com o Daniel, como: Versos de um Crime, Será Que?, A Young Doctor’s Notebook e muitos outros. Agora nos basta assistir para que a Netflix o mantenha no catálogo por muito tempo.

Swiss Army Man conta a história de Hank (Paul Dano), que está preso em uma ilha deserta e quando está prestes a cometer suicídio, encontra um corpo trazido pelo mar. Logo ele descobre que Manny (Daniel Radcliffe), é um cadáver “mágico,” que desde sua flatulência até o seu corpo vazio servem como jet ski e depósito de água. O filme fala sobre sobre amizade, amor e os motivos que fazem a vida valer a pena ser vivida.


Com o lançamento de Animais Fantásticos e Onde Habitam, a BBC Radio 1 realizou um documentário sobre o porquê do mundo bruxo de J.K. Rowling ter se tornado um sucesso tão grande. Daniel Radcliffe e Eddie Redmayne (Newt Scamander de Animais Fantásticos) participam do documentário e ajudam o crítico Ali Plumb a descobrir esse segredo.


Essa semana foi o aniversário de 15 anos de lançamento de Harry Potter e a Pedra Filosofal, filme que lançou Daniel Radcliffe como ator aos 11 anos de idade. A DigitalSpy conversou com Daniel, que falou sobre sua primeira memória nos sets de gravação, quando percebeu o quanto sua vida ia mudar e sua relação com os atores da série hoje em dia.

Daniel Radcliffe revela o que REALMENTE o animou para Harry Potter e a Pedra Filosofal

Nós quase não acreditamos, mas hoje faz 15 anos desde que Harry Potter e a Pedra Filosofal estreou nos cinemas e lançou seu elenco jovem em um estrelato mágico.

Daniel Radcliffe sentou com a DigitalSpy para relembrar o filme, apesar que você não irá ser capaz de adivinhar o que o animou no primeiro dia no set.

“Os primeiros dias na plataforma de trem em Goathland, onde também foi filmado Heartbeat, eu acho… Eu lembro de estar lá e eles dizendo, ‘Foi aqui onde eles filmaram Heartbeat’, e eu tava tipo ‘Não brinca! Sério? Incrível!’, esse é um programa de TV que eu ouvi falar quando criança.”

Sim, esqueça o mundo mágico de J.K. Rowling tomando vida diante dele: foi um set policial no lado rural de Yorkshire que cativou a mente pré-adolescente de Radcliffe.

Ele admite que, no set, ele estava “bem nervoso, mas não tão nervoso como [ele] deveria estar” por estar entrando em uma adaptação da série mais vendida na história do mundo. Foi apenas depois do filme ser lançado e a máquina da publicidade começar a rolar que ele ficou “perturbado”.

Radcliffe diz que ele não estava preparado para como o filme mudaria a sua vida. “Ninguém sentou com a gente e disse, ‘Isso pode acontecer, isso pode acontecer’… A primeira vez que eu senti isso foi na primeira première e na primeira vez que eu fui reconhecido na rua por alguém que enlouqueceu. Eu fiquei bem assustado.”

Felizmente, a sua família estava lá para ajudá-lo durante as piores e mais estranhas partes de tudo. “Depois disso eu estava como, se eu conseguir lidar com isso então estou bem. Eu acho que meus pais foram muito bons em como eles lidaram com isso. Mesmo que eles estivessem assustados, eles iriam olhar pra mim e dizer, ‘A vida não é engraçada? Que coisa estranha tudo isso acontecendo!’”

“E eu acho que isso me deu uma boa perspectiva, melhor do que eu pensar que tudo estava acontecendo porque eu sou tão incrível, ou que era algo a ser temido ou negativo – então eles me deram uma atitude legal e saudável à isso.”

Radcliffe pensa que seus pais e a equipe de filmagem de Harry Potter “fizeram um ótimo trabalho” tratando o elenco “primeiro como crianças, depois como atores,” uma tendência que ele acha que é frequentemente reversa nos EUA – apesar dele admitir que há atores mirins “adoráveis” e “estragados” nos dois lados do Atlântico.

Na carreira pós-Harry Potter de Radcliffe – que já teve de tudo desde terror (A Mulher de Preto) até o de temática-gay Beat (Versos de um Crime) e comédias negras de cadáveres flatulantes (Swiss Army Man) – não deveria ser surpresa que ele tentou seguir em frente depois da série. Na verdade, ele nunca sentou e assistiu nenhum dos filmes, apesar de ter se tornado impossível evitar a todos.

“Eu vi um pedaço de um outro dia,” ele diz. “Eu estava de férias na Grécia e havia um canal de filmes que nós estávamos assistindo porque era a única coisa em inglês e o filme apareceu e eu estava tipo, ‘OK, agora eu tenho que achar outra coisa para assistir’. Mas eu acho que assisti algumas cenas e estava como, ‘OK, eu não preciso assistir mais.’ Um dia eu, provavelmente, vou assisti-los novamente se eu tiver filhos, então vou fazer isso, mas esperançosamente eles vão gostar dos filmes e isso vai me distrair da minha própria atuação.”

E sobre o resto do elenco? Ele não está em contato com Emma Watson, apesar dele ver  Rupert Grint “ocasionalmente”. “Eu diria que tenho uma boa relação com o elenco,” ele diz, embora as pessoas que ele considera como “ótimos amigos” daqueles dias são os membros da equipe de filmagem. Mas ele ainda mantém contato com Matthew Lewis (Neville), Alfie Enoch (Dino) e Bonnie Wright (Gina), e é claro que ele pensa que a série providenciou a todos uma longa carreira no cinema. “Nós todos gostamos de trabalhar com cinema.”

Fonte: DigitalSpy
Tradução: Nuara Costa






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