Como já foi dito anteriormente Daniel estrelará a peça Privacy na Off-Broadway. A peça será exibida até o dia 14 de Agosto, 7 dias à mais do que a data anterior.

A venda de ingressos já começou, quem desejar comprar é só ir no site: http://publictheater.org/en/Tickets/Calendar/PlayDetailsCollection/1516/Privacy/?loc=spot

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Daniel Radcliffe está voltando para Nova York, onde irá atuar em “Privacy”, uma peça da Off-Broadway escrita por James Graham e dirigida por Josie Rourke. O elenco também conta com De’Adre Aziza, Raffi Barsoumian, Michael Countryman, Rachel Dratch e Reg Rogers. A peça ficará em cartaz de 5 de julho até 7 de agosto, no Public’s Newman Theater.  Privacy fez sua estreia mundial no Donmar Warehouse em Londres em 2014.

Inspirado nas revelações de Edward Snowden ex-analista da NSA, “Privacy” fala sobre o complicado relacionamento com a tecnologia e suas implicações na vida de um rapaz solitário (Daniel). Abordando também o que nossas escolhas tecnológicas revelam sobre quem nós somos, o que queremos, e se temos realmente tanta Privacidade assim. A venda de ingressos começa dia 24 de maio.

A última vez que Daniel esteve na Broadway foi na peça “The Cripple of Inishmaan” em 2014. Ele também autou em “Equus” de 2008 e em “How to Succeed in Business Without Really Trying” de 2011.

Para mais informações: http://publictheater.org/en/Tickets/Calendar/PlayDetailsCollection/1516/Privacy/

Fonte: Daniel Radcliffe TK


A estrela de “What If”, Daniel Radcliffe fala sobre seus fãs, futebol, jornalistas preguiçosos e muito mais!

Daniel Radcliffe é conhecido por ser um dos atores mais sinceros e calmos no show business – especialmente quando se trata de lidar com a imprensa. Mas com o fim de sua longa década como o famoso bruxo Harry Potter, houve uma pergunta muitas vezes repetida pela imprensa que realmente testava sua paciência: “Você sente que seus melhores anos ficaram para trás?” “E é somente sobre isso que todos queriam falar” – disse Radcliffe para o Yahoo Movies. “Eu sempre fui muito determinado e sabia que haveria uma vida pós Harry Potter me esperando.” – contou o ator.

E a vida para o ator britânico pós Potter incluiu uma gama de papéis em filmes, como o terror trazido por “The Woman In Black” até o drama biográfico “Kill Your Darlings” de Allen Ginsberg.  O nome de Radcliffe foi muito comentado pela crítica também pelos seus trabalhos no palco com seus papéis de maior valor como quando interpretou Full Monty em “Equus” e em “How to Succeed in Business Without Really Trying” no qual ele provou que além de ótimo ator também canta e dança muito bem.

Mas o último trabalho de Daniel, “What If”, que podemos dizer que ainda é uma de suas escolhas não convencionais, é um filme que tenta agradar tanto os otimistas e grandes sonhadores quanto os cínicos e de olhar crítico. “É romântico sem ser muito sentimental, e é realmente engraçado.”, diz Radcliffe sobre sua nova obra onde ele interpreta um homem lutando para não se apaixonar por sua melhor amiga Ruby Sparks, que é interpretada por Zoe Kazan. Conversamos com Radcliffe sobre sua nova obra e mais uma variedade de coisas.

 O que faz uma boa comédia romântica?

Eu acho que ás vezes as pessoas poupam em comédia – e isso é meio chato. E na maioria das comédias românticas os problemas de coração são sempre uma espécie solucionável por grandes gestos de romance. E na vida real, isso realmente não acontece dessa forma… De certa forma “What If” é uma comédia romântica bem tradicional, e também enfraquece  aqueles tropos de comédias românticas que as pessoas estão acostumadas.

Você concorda com o argumento de que Hollywood esqueceu como fazer boas comédias românticas?

Sim, acho que sim. Houveram sim alguns grandes filmes que saíram “When Harry Met Sally” é um filme tão icônico, e, para muita gente é a excelência da comédia romântica. Como tudo nesta indústria, pessoas lutam com originalidade. E as pessoas ficam preguiçosas: Eles pensam que se você vender um filme corretamente, e se o trailer for engraçado o suficiente, então isso é tudo que importa.

Se este filme faz bem, é um triunfo da boa escrita. Tentamos dizer sobre ambos os lados de sua história. Eu acho que há uma tendência no cinema não querem mostrar que os homens também sofrem durante suas relações.

Não há pressão sobre os homens sobre eles não serem vulneráveis, e é por isso que eu acho que é difícil para os homens conversar com outros homens sobre problemas em sua vida. E isso torna difícil, porque, como um homem, a maioria dos seus amigos são homens. Então, se você não pode falar com ninguém em torno de você sobre as coisas acontecendo em sua mente, isso se torna muito difícil. Por isso neste filme, é bom ser capaz de mostrar os dois lados da história.

Você se acha um bom ouvinte?

Às vezes. Eu sou muito bom em ouvir coisas de outras pessoas, mas não sou muito bom em compartilhar meus próprios problemas, isso porque não quero que as pessoas se preocupem comigo.

Você é um fã de Elvis?

Eu gosto muito de música, mas eu acho que é uma daquelas coisas que você tem que estar lá no momento para realmente apreciar o que aquela estrela fazia. Mas há outros artistas que eu posso gastar boa parte do meu tempo ouvindo, com certeza.

Tais como?

The Beatles, The Sex Pistols,  The Pixies, The Libertines. Não estou dizendo que eles são melhores do que Elvis, só estou dizendo os que prefiro.

(mais…)


Ontem (02.03), ocorreu um photocall e algumas entrevistas (press junket) para promover o lançamento de The Cripple Of Inishmaan na Broadway. Veja os vídeos abaixo:

  • Broadway.com

  • Access Hollywood

Há também um outro vídeo publicado pelo BroadwayWorld, confira clicando aqui.

A peça irá estrear nos palcos da Broadway no dia 20 de Abril, no Cort Theatre (138 West 48th Street). E algumas prévias irão começar em 12 de Abril.


Foi lançado um vídeo promocional da peça estrelada por Daniel Radcliffe, “The Cripple of Inishmaan” na Broadway. O vídeo é curtissímo, com apenas 15 segundos, veja:


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Confira abaixo a pequena entrevista que Daniel Radcliffe cedeu á revista Entertainment Weekly na semana passada.

Poucos atores conseguiram transcender os papéis que os tornaram famosos como Daniel conseguiu. Mesmo antes de pendurar as vestes de Harry Potter, Radcliffe realizou um punhado de papéis desafiadores que eram desvios significativos e intencionais do menino bruxo. Especialmente quando se trata de seu trabalho no palco, os movimentos de Radcliffe foram corajosos e ousados, durante sua exposição corporal em “Equus” até a grande audiência com as charmosas costeletas no surpreendente musical “How to Succeed in Business Without Really Trying”.

Será sua  terceira vez na Broadway – ele vai estrelar a comédia de Martin McDonagh The Cripple of Inishmaan,  que estará em cartaz no dia 12 de abril, no Teatro Cort e Radcliffe está ansioso para voltar ao palco. A EW  roubou alguns minutos de seu tempo no set de Frankenstein para conversar e relembrar todos estes papéis, as lições que ele trouxe da Broadway, e que outro papel está no topo de sua lista de desejos.

EW: Você realmente deve ter amado representar “The Cripple de Inishmaan” em Londres para reprisar ele por aqui. O que faz você mais animado para pegar o papel de Billy de novo?

DAN: Foi tudo e todos na verdade e a grande experiência que tive ano passado. Eu amo isso e já trabalhei em shows da Broadway, pela segunda vez agora, e eu gosto muito de trabalhar e viver em Nova York. É uma daquelas situações em que tenho a oportunidade de passar muito tempo trabalhando em uma cidade que eu amo e foi muito, muito emocionante.

EW: Billy é um otimista – ele é apaixonado com essa fuga brilhante de Hollywood. Você compreende isso? Será que você teve essa imagem de Hollywood em mente quando você era mais jovem?

DAN: Existe uma enorme diferença na vida de Billy e na minha, mas uma diferença em particular é que, enquanto eu estava começando a viver a vida, já tinha feito este tipo de trabalho com que Billy tanto sonhava quando tinha 10, 11, 12 anos de idade, eu os fiz, não apenas sonhei com eles. Mas uma das coisas que eu amo no Billy é como a sua ambição, seu otimismo e sua compaixão pelas outras pessoas não se esvai ou diminuí apesar do abuso que ele sofre constantemente. Acho que o que o leva, mais do que ser obcecado com a idéia de entrar em um filme, é que o documentário sobre a ilha vizinha apresenta a única maneira que ele nunca vai ver. Quem recebe uma parte do filme será levado de volta para a América, e ele vê a América como todos viram durante um tempo: como um lugar de oportunidades e tolerância. Ele acha que alguém com a sua condição pode ser capaz de forjar uma vida melhor lá fora.

EW: Essa é a sua terceira vez na Broadway. Quais foram as maiores lições que você aprendeu com “Equus” e “How to Succeed”?

DAN: “Equus” foi uma experiência de aprendizagem total, trabalhar com Richard Griffiths todos os dias e ser capaz de assistir e aprender com ele. Além disso, ao mesmo tempo que começamos  “Equus”, haviam alguns espetáculos, eu lembro muito bem, haviam grandes nomes e foram realmente grandes obras que não precisaram durar muito tempo necessariamente para tal sucesso, e eu me lembro que pra mim aquilo foi como um alerta. Não que eu estivesse sempre sendo condescendente, mas eu me lembro de pensar que não importava quem estivesse no meu seu show, ele seria simplesmente um bom show em que as pessoas quisessem muito me ver, caso contrário ele não iria sobreviver em Nova York. E depois de “How to Succeed”, eu o fiz durante 11 meses, de modo que só me ensinou muito sobre a resistência no palco e sobre como encontrar maneiras de manter um espetáculo fresco para 300 performances.  É realmente um grande teste e foi o que eu mais gostei. Quem sabe um dia eu parta novamente para essa corrida de uma peça de teatro onde eu tenha que mostrar tudo (Radcliffe se refere a exposição corpórea)de novo? Mas se eu conseguir uma duração de 12 semanas ou 14 semanas ou 30 semanas de prazo, eu posso ir, “Bem, eu sei que posso fazer isso, eu já fiz isso antes” (brinca Daniel).

EW: Realmente tem de esperar um grande sentimento sabendo que já colocou o cinto, não?

DAN: Essa é a melhor coisa sobre não fazer um musical! O dia após ter terminado, acordar e pensar:  “Eu não tenho que dar um show em que a minha voz soa como a de hoje ” é apenas o melhor.

EW: Na elaboração de sua carreira teatral, existem outros atores de gerações passadas cuja carreira você queira disputar em termos de equilibrar esses dois reinos de cinema e teatro?

DAN: Absolutamente. É uma coisa muito interessante, porque eu acho que houve sim esse período, e isso poderia ser totalmente da minha imaginação, mas parece-me que houve esse período mas que ele terminou á cerca de 10 anos atrás onde atores de cinema não podiam ser vistos como também atores de teatro. Você teve Richard Burton, Richard Harris e Peter O’Toole e todos esses caras que iriam a partir de filmes premiados com Oscar para um espetáculo de dois anos em “Hamlet”. Isso foi uma coisa muito, muito comum. É assim que você faz seu nome como um ator, geralmente, estando no palco pela primeira vez. Em termos da minha geração, uma das minhas primeiras lembranças de peças foi estar vendo James McAvoy, com quem eu estou trabalhando no novo filme no momento, em “Privates on Parade”. Vi Ben Whishaw fazer Hamlet quando ele tinha 21 ou 22 anos de idade. Eu vi Jude Law em cena um monte de vezes. Eu acho que há muito tempo eu estava lendo Guy Pearce dizendo que ele sempre vai voltar para o teatro porque é isso que o mantém afiado e na ponta dos pés. E eu também tenho certeza disso porque é uma coisa tão interessante a se fazer. Não há nenhuma razão para que exista de algum modo exclusivo essa ideia de que ou você é um ator de palco ou ator de cinema.

EW: Você já fez um musical, drama, comédia de humor negro, aventura, de tudo. Quais outros tipos de papéis estão em sua lista de desejos?

DAN: Combinando duas dessas coisas. Eu adoraria fazer um grande filme musical. Eu acho que quando eles são bem feitos, eles são incrivelmente emocionantes e divertidos. Todo mundo pensa que pensa nisso lembram imediatamente de “Grease” e coisas assim, mas um que foi um  pouco bizarro porém maravilhoso foi o filme de John Turturro “Romance & Cigarettes”. É um bizarro musical, e eu adoro coisas estranhamanete interessantes, diferentes assim.

Tradução e Adaptção: Barbara C

Fonte: Entertainment Weekly


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O musical “How to Succeed in Life Without Really Trying, protagonizado por Daniel Radcliffe, Darren Criss e Nick Jonas, chegou ao Brasil na última semana. “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força” será estrelado por Luiz Fernando Guimarães, Gregorio Duvivier e Letícia Colin.

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A história é inspirada no livro que tem o mesmo nome. É sobre um  limpador de janelas que chega ao topo de uma grande empresa com alguns truques, muita lábia e seguindo três mandamentos: mentir, bajular os poderosos e puxar o tapete de quem está na frente.

O musical já ganhou os maiores prêmios da categoria (como o Pulitzer de Melhor Texto Teatral) e já teve mais de 180 apresentações na Broadway, ou seja, vale a pena ser visto!

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Pra saber mais detalhes, acessem o site oficial http://comovencernavida.com.br/ ou curta a página no facebook: facebook.com/ComoVencerNaVidaSemFazerForca.

O musical estreou no dia 8 de março de 2011, nas quintas e sextas, às 21h. Sábados, às 17h e 21h. Domingos, às19h no Teatro Oi Casa Grande (Av. Afrânio de Mello Franco, 290 – Leblon); Tel:  (21) 2511- 0800

Um ótimo programa para a família, e direto da Broadway!


Daniel visitou John Larroquette, seu ex-colega de cena em How To Succeed In Business Without Really Trying, na sua nova peça na Broadway, The Best Man. Ele também posou para algumas fotos com Angela Lansbury nos bastidores. Confira:

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Podemos perceber que o cabelo dele está um pouco mais escuro e comprido. O que acharam?


How To Succeed In Business Without Really Trying quebrou um novo record de bilheteria. Quem trouxe tal informação foi o BroadwayWorld.com:

How To Succeed In Business Without Really Trying quebrou o record de bilheteria no Hirschfeld Theatre nessa semana que se encerrou no dia 1 de Janeiro de 2012, ultrapassando o valor de $1,910,224,  por 9 performances.  O record antes pertencia por ELF que durante uma semana com 9 performances arrecadou $1,572,836.  Essa foi a última semana de Daniel Radcliffe na peça, depois de ter, ao todo,  participado de 30 previews e 315 performances regulares.

Como já havíamos informado, ontem, dia 1 de Janeiro, seria a última performance de Dan na peça, onde será substituído por Darren Criss, e este por Nick Jonas. Abaixo você pode conferir um vídeo do discurso de despedida dele:


Parece que Dan vai fechar o ano com chave de ouro! O Broadway.Com acabou de anunciar que ele é a sua Esterela do Ano! Ele foi escolhido segundo votação popular. Daniel concorria com várias outras ‘estrelas’ escolhidas pela equipe do site, como Nina Arianda (Born Yesterday e Venus in Fur), Reeve Carney (Spider Man, Turn Off he Dark), Sutton Foster (Anything Goes), Hugh Jackman (Hugh Jackman, Back on Broadway) e Joe Mantello (The Normal Heart). Então, parabéns Dan!

O artista Justin “Squigs” Robertson fez um portrait especial de “Parabéns e despedida” que mostra Daniel em How To Succeed In Business Without Really Trying (a última performance do Dan na peça será no dia 1° de Janeiro de 2012). Também temos 5 razões pelas quais o Broadway.Com ama o Dan, segundo o próprio site. Além disso, você pode assistir aos colegas de palco de Dan o parabenizando aqui.

1- Ele nunca faltou a uma performance.

Todo ator da Broadway fica doente de vez em quando- mas Daniel Radcliffe, não. Desde a estréia de How To Succeed em 26 de Fevereiro, Radcliffe tem liderado sua companhia no palco do Al Hirschfeld Theatre em todas as performances. A produção cancelou várias apresentações durante o período de divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, mas Radcliffe trabalhou duro promovendo seu grande filme durante os dias de folga. Esse homem de ferro com ética de trabalho tornou ele querido entre todos na comunidade da Broadway.

2- Ele dominou os números de dança de Rob Ashford, sem nenhuma estrela ‘trapaceando’. 

O  criador da coreografia de How To Succeed, Rob Ashford, pode ser meio que chamado de “atlético’. Ashford nos delicia com saltos, piruetas, manobras no ar e uma precisa linha de dança desenhada para manter massagistas nos negócios. Em muitos musicais, a estrela finge fazer os movimentos mais difíceis, imitando o conjunto, mas não executando-o completo. Radcliffe passou meses aperfeiçoando suas habilidades como dançarino antes dos ensaios começarem e levou o show a um dos mais memoráveis números de dança-centrada, “Grand Old Ivy” (como em um jogo de John Larroquette) e “Brotherhood of Man.”

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