A estrela de “What If”, Daniel Radcliffe fala sobre seus fãs, futebol, jornalistas preguiçosos e muito mais!

Daniel Radcliffe é conhecido por ser um dos atores mais sinceros e calmos no show business – especialmente quando se trata de lidar com a imprensa. Mas com o fim de sua longa década como o famoso bruxo Harry Potter, houve uma pergunta muitas vezes repetida pela imprensa que realmente testava sua paciência: “Você sente que seus melhores anos ficaram para trás?” “E é somente sobre isso que todos queriam falar” – disse Radcliffe para o Yahoo Movies. “Eu sempre fui muito determinado e sabia que haveria uma vida pós Harry Potter me esperando.” – contou o ator.

E a vida para o ator britânico pós Potter incluiu uma gama de papéis em filmes, como o terror trazido por “The Woman In Black” até o drama biográfico “Kill Your Darlings” de Allen Ginsberg.  O nome de Radcliffe foi muito comentado pela crítica também pelos seus trabalhos no palco com seus papéis de maior valor como quando interpretou Full Monty em “Equus” e em “How to Succeed in Business Without Really Trying” no qual ele provou que além de ótimo ator também canta e dança muito bem.

Mas o último trabalho de Daniel, “What If”, que podemos dizer que ainda é uma de suas escolhas não convencionais, é um filme que tenta agradar tanto os otimistas e grandes sonhadores quanto os cínicos e de olhar crítico. “É romântico sem ser muito sentimental, e é realmente engraçado.”, diz Radcliffe sobre sua nova obra onde ele interpreta um homem lutando para não se apaixonar por sua melhor amiga Ruby Sparks, que é interpretada por Zoe Kazan. Conversamos com Radcliffe sobre sua nova obra e mais uma variedade de coisas.

 O que faz uma boa comédia romântica?

Eu acho que ás vezes as pessoas poupam em comédia – e isso é meio chato. E na maioria das comédias românticas os problemas de coração são sempre uma espécie solucionável por grandes gestos de romance. E na vida real, isso realmente não acontece dessa forma… De certa forma “What If” é uma comédia romântica bem tradicional, e também enfraquece  aqueles tropos de comédias românticas que as pessoas estão acostumadas.

Você concorda com o argumento de que Hollywood esqueceu como fazer boas comédias românticas?

Sim, acho que sim. Houveram sim alguns grandes filmes que saíram “When Harry Met Sally” é um filme tão icônico, e, para muita gente é a excelência da comédia romântica. Como tudo nesta indústria, pessoas lutam com originalidade. E as pessoas ficam preguiçosas: Eles pensam que se você vender um filme corretamente, e se o trailer for engraçado o suficiente, então isso é tudo que importa.

Se este filme faz bem, é um triunfo da boa escrita. Tentamos dizer sobre ambos os lados de sua história. Eu acho que há uma tendência no cinema não querem mostrar que os homens também sofrem durante suas relações.

Não há pressão sobre os homens sobre eles não serem vulneráveis, e é por isso que eu acho que é difícil para os homens conversar com outros homens sobre problemas em sua vida. E isso torna difícil, porque, como um homem, a maioria dos seus amigos são homens. Então, se você não pode falar com ninguém em torno de você sobre as coisas acontecendo em sua mente, isso se torna muito difícil. Por isso neste filme, é bom ser capaz de mostrar os dois lados da história.

Você se acha um bom ouvinte?

Às vezes. Eu sou muito bom em ouvir coisas de outras pessoas, mas não sou muito bom em compartilhar meus próprios problemas, isso porque não quero que as pessoas se preocupem comigo.

Você é um fã de Elvis?

Eu gosto muito de música, mas eu acho que é uma daquelas coisas que você tem que estar lá no momento para realmente apreciar o que aquela estrela fazia. Mas há outros artistas que eu posso gastar boa parte do meu tempo ouvindo, com certeza.

Tais como?

The Beatles, The Sex Pistols,  The Pixies, The Libertines. Não estou dizendo que eles são melhores do que Elvis, só estou dizendo os que prefiro.

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THE-CRIPPLE-OF-INISHMAAN

Confira abaixo a pequena entrevista que Daniel Radcliffe cedeu á revista Entertainment Weekly na semana passada.

Poucos atores conseguiram transcender os papéis que os tornaram famosos como Daniel conseguiu. Mesmo antes de pendurar as vestes de Harry Potter, Radcliffe realizou um punhado de papéis desafiadores que eram desvios significativos e intencionais do menino bruxo. Especialmente quando se trata de seu trabalho no palco, os movimentos de Radcliffe foram corajosos e ousados, durante sua exposição corporal em “Equus” até a grande audiência com as charmosas costeletas no surpreendente musical “How to Succeed in Business Without Really Trying”.

Será sua  terceira vez na Broadway – ele vai estrelar a comédia de Martin McDonagh The Cripple of Inishmaan,  que estará em cartaz no dia 12 de abril, no Teatro Cort e Radcliffe está ansioso para voltar ao palco. A EW  roubou alguns minutos de seu tempo no set de Frankenstein para conversar e relembrar todos estes papéis, as lições que ele trouxe da Broadway, e que outro papel está no topo de sua lista de desejos.

EW: Você realmente deve ter amado representar “The Cripple de Inishmaan” em Londres para reprisar ele por aqui. O que faz você mais animado para pegar o papel de Billy de novo?

DAN: Foi tudo e todos na verdade e a grande experiência que tive ano passado. Eu amo isso e já trabalhei em shows da Broadway, pela segunda vez agora, e eu gosto muito de trabalhar e viver em Nova York. É uma daquelas situações em que tenho a oportunidade de passar muito tempo trabalhando em uma cidade que eu amo e foi muito, muito emocionante.

EW: Billy é um otimista – ele é apaixonado com essa fuga brilhante de Hollywood. Você compreende isso? Será que você teve essa imagem de Hollywood em mente quando você era mais jovem?

DAN: Existe uma enorme diferença na vida de Billy e na minha, mas uma diferença em particular é que, enquanto eu estava começando a viver a vida, já tinha feito este tipo de trabalho com que Billy tanto sonhava quando tinha 10, 11, 12 anos de idade, eu os fiz, não apenas sonhei com eles. Mas uma das coisas que eu amo no Billy é como a sua ambição, seu otimismo e sua compaixão pelas outras pessoas não se esvai ou diminuí apesar do abuso que ele sofre constantemente. Acho que o que o leva, mais do que ser obcecado com a idéia de entrar em um filme, é que o documentário sobre a ilha vizinha apresenta a única maneira que ele nunca vai ver. Quem recebe uma parte do filme será levado de volta para a América, e ele vê a América como todos viram durante um tempo: como um lugar de oportunidades e tolerância. Ele acha que alguém com a sua condição pode ser capaz de forjar uma vida melhor lá fora.

EW: Essa é a sua terceira vez na Broadway. Quais foram as maiores lições que você aprendeu com “Equus” e “How to Succeed”?

DAN: “Equus” foi uma experiência de aprendizagem total, trabalhar com Richard Griffiths todos os dias e ser capaz de assistir e aprender com ele. Além disso, ao mesmo tempo que começamos  “Equus”, haviam alguns espetáculos, eu lembro muito bem, haviam grandes nomes e foram realmente grandes obras que não precisaram durar muito tempo necessariamente para tal sucesso, e eu me lembro que pra mim aquilo foi como um alerta. Não que eu estivesse sempre sendo condescendente, mas eu me lembro de pensar que não importava quem estivesse no meu seu show, ele seria simplesmente um bom show em que as pessoas quisessem muito me ver, caso contrário ele não iria sobreviver em Nova York. E depois de “How to Succeed”, eu o fiz durante 11 meses, de modo que só me ensinou muito sobre a resistência no palco e sobre como encontrar maneiras de manter um espetáculo fresco para 300 performances.  É realmente um grande teste e foi o que eu mais gostei. Quem sabe um dia eu parta novamente para essa corrida de uma peça de teatro onde eu tenha que mostrar tudo (Radcliffe se refere a exposição corpórea)de novo? Mas se eu conseguir uma duração de 12 semanas ou 14 semanas ou 30 semanas de prazo, eu posso ir, “Bem, eu sei que posso fazer isso, eu já fiz isso antes” (brinca Daniel).

EW: Realmente tem de esperar um grande sentimento sabendo que já colocou o cinto, não?

DAN: Essa é a melhor coisa sobre não fazer um musical! O dia após ter terminado, acordar e pensar:  “Eu não tenho que dar um show em que a minha voz soa como a de hoje ” é apenas o melhor.

EW: Na elaboração de sua carreira teatral, existem outros atores de gerações passadas cuja carreira você queira disputar em termos de equilibrar esses dois reinos de cinema e teatro?

DAN: Absolutamente. É uma coisa muito interessante, porque eu acho que houve sim esse período, e isso poderia ser totalmente da minha imaginação, mas parece-me que houve esse período mas que ele terminou á cerca de 10 anos atrás onde atores de cinema não podiam ser vistos como também atores de teatro. Você teve Richard Burton, Richard Harris e Peter O’Toole e todos esses caras que iriam a partir de filmes premiados com Oscar para um espetáculo de dois anos em “Hamlet”. Isso foi uma coisa muito, muito comum. É assim que você faz seu nome como um ator, geralmente, estando no palco pela primeira vez. Em termos da minha geração, uma das minhas primeiras lembranças de peças foi estar vendo James McAvoy, com quem eu estou trabalhando no novo filme no momento, em “Privates on Parade”. Vi Ben Whishaw fazer Hamlet quando ele tinha 21 ou 22 anos de idade. Eu vi Jude Law em cena um monte de vezes. Eu acho que há muito tempo eu estava lendo Guy Pearce dizendo que ele sempre vai voltar para o teatro porque é isso que o mantém afiado e na ponta dos pés. E eu também tenho certeza disso porque é uma coisa tão interessante a se fazer. Não há nenhuma razão para que exista de algum modo exclusivo essa ideia de que ou você é um ator de palco ou ator de cinema.

EW: Você já fez um musical, drama, comédia de humor negro, aventura, de tudo. Quais outros tipos de papéis estão em sua lista de desejos?

DAN: Combinando duas dessas coisas. Eu adoraria fazer um grande filme musical. Eu acho que quando eles são bem feitos, eles são incrivelmente emocionantes e divertidos. Todo mundo pensa que pensa nisso lembram imediatamente de “Grease” e coisas assim, mas um que foi um  pouco bizarro porém maravilhoso foi o filme de John Turturro “Romance & Cigarettes”. É um bizarro musical, e eu adoro coisas estranhamanete interessantes, diferentes assim.

Tradução e Adaptção: Barbara C

Fonte: Entertainment Weekly


Daniel voltará aos palcos da Broadway este ano com The Cripple Of Inishmaan, a peça de humor negro que esteve em cartaz ano passado no West End. As apresentações prévias do espetáculo começam em 12 de Abril, com a estreia oficial dia 20 do mesmo mês, bem a tempo para concorrer no Tony Awards de 2014.

A atuação de Daniel na peça recebeu grandes elogios da crítica, o The New York Times destaca que “Daniel Radcliffe entrega sua melhor performance até hoje”. The Cripple Of Inishmaan também rendeu a ele o prêmio britânico de Ator Principal em Em Uma Nova Produção Teatral do site BroadwayWorld e concorre a Melhor Ator Em Uma Peça no WhatsOnStage Awards, ambos eleitos pelo voto popular.

Vale lembrar que essa é a terceira vez que Daniel se apresenta em um teatro da Broadway. A primeira foi em 2008 com Equus, e a segunda em 2011, com o musical How To Succeed In Business Without Really Trying.

 Fonte: The Hollywood Reporter


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Essa semana foi publicada no The Guardian uma entrevista com Daniel, onde ele fala sobre vários assuntos, inclusive “The Cripple Of Inishmaan”.

Confira a entrevista legendada a seguir:

Tradução e adaptação: Edigar Gomes

Seu próximo papel é na peça de Martin McDonagh, The Cripple Of Inishmaan. O que o fez querer interpretar Billy, o aleijado do título?

Michael Grandage, o diretor, me mostrou umas três ou quatro peças, e no momento em que eu li “Cripple”(Aleijado) eu não tive dúvidas. Eu sou basicamente o realce trágico dessa peça; Billy tem algumas falas engraçadas, mas a maior parte da comédia vem das pessoas sendo rudemente cruéis com ele. O que eu realmente gosto muito.

Eu aprendi que eu aprecio a violência no palco. Eu tive a sorte de passar muitos dos meus intervalos, quando criança, coreografando cenas de luta, em Harry Potter. Então eu sou muito bom nisso, o departamento de dublês sempre disse que eu arrasava.

 

Billy sonha em deixar  Inishmaan e ir para a ilha  de Inishmore, onde eles estão filmando Man Of Aran. Você sentiu alguma conexão pessoal com o personagem?

A ambição de Billy de querer sair daquela pequena ilha é uma das coisas pelas quais eu me atraio. Alguém que tem sido deixado pra baixo por toda a vida ainda pode dizer “Não, vocês estão todos errados. Eu acredito que posso fazer alguma coisa da minha vida”. Eu com certeza não me relaciono em ser desacreditado a minha vida inteira – Eu tive oportunidades incríveis desde pequeno – mas muitas pessoas ainda acreditam que eu nunca vou ser bem-sucedido fora de Harry Potter. Então meu caminho é provar pras pessoas que eu não sou incapaz de fazer coisas diferentes. Caminho é uma coisa que não falta pra mim.

 

Você é fã da banda British Sea Power, e em 2009 eles fizeram uma trilha sonora pra Man Of Aran. Você chegou a ouvir essa versão?

Sim, eu assisti, acho que os primeiros 10 minutos com o álbum. Eu comentei isso com Michael Grandage, na esperança de que eu consiga conhecer o British Sea Power, que ele traga a banda pra fazer nossa trilha.

 

É verdade que você queria ter uma tatuagem com alguma letra da British Sea Power?

Sim, de “Bravery Already Exists”. Eu quero ter uma tatuagem no meu antebraço, uma no meu peito e talvez uma nas costas. Tem muitas citações que eu amo. Isso soa pretensioso, tem essa citação de Samuel Beckett: “Sempre Tentei. Sempre Falhei. Não importa. Tento de novo. Falho de novo. Falho melhor.”

 

Mas você não tem nenhuma tatuagem ainda?

Não, eu preciso manter uma série de trabalhos onde eu não preciso estar sem roupa, mas não consegui isso ainda, por alguma razão. Teve os primeiros anos da minha carreira, quando eu estava apenas em Harry Potter e não tinha muita nudez. Mas desde então, tem tido isso em quase todos os meus trabalhos. Recentemente eu tive a cena de sexo gay em Kill Your Darlings, uma cena na piscina em The F Word e uma cena de sexo hétero em Horns. Tem sido um ano cheio disso.

 

Desde Equus, você se envolveu em projetos corajosos. Você precisa estar assustado por um projeto novo?

De algum jeito é só má sorte. Tudo que é interessante pra mim acontece de ser difícil, como mostrar meu pênis(Equus) ou ter de aprender a dançar(How To Succeed In Business Without Really Trying). Mas também eu passei 10 anos em o que poderia se chamar de “zona de conforto”. Sem querer ser muito clichê, tem uma citação de Henry For que diz: “Se você sempre faz o que você sempre faz, você só vai conseguir o que você sempre conseguiu.”

 

O que é que você gosta na citação de Samuel Beckett sobre as falhas? Os filmes Harry Potter fizeram bilhões e A Mulher de Preto e a série A Young Doctor’s Notebook foram ambos um sucesso…

Eu sei que parece que eu não tive falhas na minha carreira, mas há coisas que considero falhas, quando eu olha para certas performances e penso: “Isso não é bom o suficiente.”

 

Você pode dizer quais?

Harry Potter e o Enigma do Príncipe – eu não gosto da minha performance nesse filme. Há coisas em The Woman in Black: Eu estou muito feliz que tenha ido bem, mas eu olho para esse filme e provavelmente havia seis semanas entre acabar Potter e começar esse, então eu ouvi a mesma voz e vejo um estilo muito semelhante de atuar .

 

Muitas pessoas estão surpresas que você, Emma Watson e Rupert Grint souberam seguir em frente. Por que isso? 

Isso parece surpreender todo mundo: Por que você não está confuso? É muito bom quando você entra nesse lugar com expectativas muito baixas, porque você sempre terá uma surpresa. Mas é muito difícil de definir por que tudo acabou bem. Você sabe, com a minha mãe sendo uma diretora de elenco e meu pai um agente literário, eu ouvi muitas coisas ao redor da mesa de jantar, reclamações de certos atores e seus comportamentos. Então, quando você chega a um set de filmagem com isso na sua cabeça, você diz, “Oh Deus, eu não quero que ninguém fale de mim dessa maneira.”

 

Você disse uma vez que via muito programa político na TV. Você ainda vê? 

Menos parlamentares, atualmente, mas eu assisto toneladas de programas de perguntas, tipo “quiz shows” e eu sou pouco obsecado por “Come Dine With Me”. Eu estou sempre surpreso porque eu sou um “comedor rotineiro”, mas por que você iria naquele programa e não comeria nada? Eles só se vão para as casas das pessoas por uma semana e ficam tipo “Ohh, não posso comer isso”.

 

De que maneira você é um comedor rotineiro?

Esta é uma das coisas que eu nunca poderia admitir a enquanto eu era Harry Potter, mas eu sou muito ruim em comer frutas e legumes. Basicamente, eu tenho a dieta de um marinheiro irlandês do século 19, fora tomar um litro de cerveja preta por dia. São carne e batatas, pão e queijo: esses são os meus quatro grupos de alimentos. Mas no momento eu estou fazendo bastante exercício, então isso é bom.

 

No seu próximo filme a ser lançado, Kill Your Darlings, você está interpretando Allen Ginsberg. Quão aterrorizante foi?

Isso foi muito aterrorizante, é o que eu tenho a dizer.

 

Por causa das cenas de sexo gay?

Não, não, não, apenas por interpretar Ginsberg em um filme sobre os Beats. Allen Ginsberg: Americano, judeu, da classe trabalhadora. Daniel Radcliffe: Inglês; judeu, a propósito, mas nãopraticante; de classe alta, e definitivamente parece um milhão de milhas de distância de Allen Ginsberg. Quando você começa pensar dessa forma: “Eu não posso ser apenas bom neste filme eu tenho que ser melhor do que bom para as pessoas  realmente me dêem uma chance.”. Mas eu acho que há muitas pessoas que vão vê-lo e me ver de uma forma muito diferente depois. Que é uma coisa boa.

Thanks Daniel J Radcliffe Holland!


How-to-Succeed

O musical “How to Succeed in Life Without Really Trying, protagonizado por Daniel Radcliffe, Darren Criss e Nick Jonas, chegou ao Brasil na última semana. “Como Vencer na Vida Sem Fazer Força” será estrelado por Luiz Fernando Guimarães, Gregorio Duvivier e Letícia Colin.

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A história é inspirada no livro que tem o mesmo nome. É sobre um  limpador de janelas que chega ao topo de uma grande empresa com alguns truques, muita lábia e seguindo três mandamentos: mentir, bajular os poderosos e puxar o tapete de quem está na frente.

O musical já ganhou os maiores prêmios da categoria (como o Pulitzer de Melhor Texto Teatral) e já teve mais de 180 apresentações na Broadway, ou seja, vale a pena ser visto!

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Pra saber mais detalhes, acessem o site oficial http://comovencernavida.com.br/ ou curta a página no facebook: facebook.com/ComoVencerNaVidaSemFazerForca.

O musical estreou no dia 8 de março de 2011, nas quintas e sextas, às 21h. Sábados, às 17h e 21h. Domingos, às19h no Teatro Oi Casa Grande (Av. Afrânio de Mello Franco, 290 – Leblon); Tel:  (21) 2511- 0800

Um ótimo programa para a família, e direto da Broadway!


Dia 18 de Março foi a 15ª edição do Grand Finale Leilão de ”Ursos da Broadway” (Grand Finale Auction of the “Broadway Bears”) para arrecadar dinheiro para o BC/EFA , uma organização da Broadway que ajuda na luta contra o câncer. Eles conseguiram arrecadar um total de 198,300 mil dólares, o que é um recorde. O Urso de How To Succed In Business Without Really Trying  foi um dos mais concorridos.

  ”How To Succed In Business Without Really Trying- O urso do nosso empreendedor preferido teve uma certa dificuldade em achar uma casa, em meio à grande quantidade de lances. O urso ‘J. Pierrepont Finch’, desenhado por Amy Micallef era uma réplica do figurino completo de Daniel Radcliffe (…), incluindo sua gravata azul, que era sua marca registrada. Os sucessores de Daniel no musical, Darren Chris e Nick Jonas, também contribuíram com suas gravatas. O maior lance pelo urso foi de 11.000 mil dólares”

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Fonte e BroadwayWorld.com.


Durante sua participação no programa matinal Live! With Kelly, Dan comentou que assistiu a Nick Jonas em How To Succeed In Business Without Really Trying. Dan se apresentou na peça de Fevereiro de 2011 até o dia 31 de Janeiro de 2012, dando então lugar ao ator Darren Criss, que o substituiu por algumas semanas, e finalmente, cedendo a vaga para Nick  no último dia 24. Confira o que Dan disse sobre a performance do irmão Jonas:

“Eu assisti How To Succeed outro dia com Nick Jonas e ele está maravilhoso nisso. Ele é uma pessoa maravilhosa também, e foi ótimo poder conhecê-lo e assistir ao show”

Fonte.


A MTV liberou uma série de vídeos onde Daniel é entrevistado por Josh Horowitz. Nos vídeos da MTV Rough Cut, Dan fala sobre How To Succeed, Harry Potter, o Oscar e sua decisão de ser o anfitrião no Saturday Night Live, que vai ao nesse final de semana nos EUA.

Ao todo, são quatro vídeos: o MTV Rough Cut dividido em três partes, e o extra MTV American Talk: After Hours. Infelizmente, somente esse último está disponível para nossa região. Nele Josh testa o conhecimento do Dan em relação ao costumes e feitos Americanos. A tradução do vídeo pode ser lida completa aqui, feita pelo Somos das Masmorras, confira:

Entretando, a segunda parte do Rough Cut, onde Dan confirma que finalmente conheceu Darren Criss (seu substituto em How To Succeed), já se encontra no Youtube, confira:

Embora os vídeos ainda não podem ser vistos na nossa região, você pode fazer o download clicando no links a seguir: RC1, RC2, RC3 e o After Hours. Assim que todos estiverem disponíveis no Youtube, atualizaremos o post!


How To Succeed In Business Without Really Trying quebrou um novo record de bilheteria. Quem trouxe tal informação foi o BroadwayWorld.com:

How To Succeed In Business Without Really Trying quebrou o record de bilheteria no Hirschfeld Theatre nessa semana que se encerrou no dia 1 de Janeiro de 2012, ultrapassando o valor de $1,910,224,  por 9 performances.  O record antes pertencia por ELF que durante uma semana com 9 performances arrecadou $1,572,836.  Essa foi a última semana de Daniel Radcliffe na peça, depois de ter, ao todo,  participado de 30 previews e 315 performances regulares.

Como já havíamos informado, ontem, dia 1 de Janeiro, seria a última performance de Dan na peça, onde será substituído por Darren Criss, e este por Nick Jonas. Abaixo você pode conferir um vídeo do discurso de despedida dele:


Parece que Dan vai fechar o ano com chave de ouro! O Broadway.Com acabou de anunciar que ele é a sua Esterela do Ano! Ele foi escolhido segundo votação popular. Daniel concorria com várias outras ‘estrelas’ escolhidas pela equipe do site, como Nina Arianda (Born Yesterday e Venus in Fur), Reeve Carney (Spider Man, Turn Off he Dark), Sutton Foster (Anything Goes), Hugh Jackman (Hugh Jackman, Back on Broadway) e Joe Mantello (The Normal Heart). Então, parabéns Dan!

O artista Justin “Squigs” Robertson fez um portrait especial de “Parabéns e despedida” que mostra Daniel em How To Succeed In Business Without Really Trying (a última performance do Dan na peça será no dia 1° de Janeiro de 2012). Também temos 5 razões pelas quais o Broadway.Com ama o Dan, segundo o próprio site. Além disso, você pode assistir aos colegas de palco de Dan o parabenizando aqui.

1- Ele nunca faltou a uma performance.

Todo ator da Broadway fica doente de vez em quando- mas Daniel Radcliffe, não. Desde a estréia de How To Succeed em 26 de Fevereiro, Radcliffe tem liderado sua companhia no palco do Al Hirschfeld Theatre em todas as performances. A produção cancelou várias apresentações durante o período de divulgação de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2, mas Radcliffe trabalhou duro promovendo seu grande filme durante os dias de folga. Esse homem de ferro com ética de trabalho tornou ele querido entre todos na comunidade da Broadway.

2- Ele dominou os números de dança de Rob Ashford, sem nenhuma estrela ‘trapaceando’. 

O  criador da coreografia de How To Succeed, Rob Ashford, pode ser meio que chamado de “atlético’. Ashford nos delicia com saltos, piruetas, manobras no ar e uma precisa linha de dança desenhada para manter massagistas nos negócios. Em muitos musicais, a estrela finge fazer os movimentos mais difíceis, imitando o conjunto, mas não executando-o completo. Radcliffe passou meses aperfeiçoando suas habilidades como dançarino antes dos ensaios começarem e levou o show a um dos mais memoráveis números de dança-centrada, “Grand Old Ivy” (como em um jogo de John Larroquette) e “Brotherhood of Man.”

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