Daniel Radcliffe cedeu uma pequena entrevista para o jornalista Kevin Bourke, do Northern Soul UK contando um pouco mais sobre seu personagem em “What If” e sobre seu comprometimento com a carreira de ator desde de criança.  Confira a baixo a tradução.

 

Hoje em dia chega a ser clichê ver o declínio irreversível de alguns atores que fizeram muito sucesso ainda na juventude, hoje em dia, alguns enfrentam até a reabilitação.

Mas, certamente, nenhum desses jovens atores cresceu junto do público, literalmente, assim como Radcliffe. A estrela dos oito milhões de bilheteria da franquia de Harry Potter, que começou em 2001, quando o ator tinha apenas 10 anos de idade, e faz sucesso até hoje, uma década depois do primeiro filme lançado. Radcliffe tem sido visto por milhões de pessoas nas telas do cinema desde aquela época e é até hoje perseguido dia e noite pela mídia.

Então, será que ele também ficou louco? Longe disso. Notavelmente, o inteligente e espirituoso ator sentado á minha frente no hall do Soho Hotel de Londres, é facilmente identificado como o mesmo “menino bruxo” que há dez anos ganhou o reconhecimento da mídia pelo seu belo trabalho, e de lá pra cá vem fazendo um caminho suave e sadio. E certamente contrariando a opinião de muitos, a carreira de Radcliffe pós Harry Potter está ficando cada vez mais interessante e variada.

Sabiamente, ele interpretou muito bem seu primeiro papel em um trhiller como em “The Woman in Black”, antes de se aventurar na bela obra de Allen Ginsberg “Kill Your Darlings”, e agora, no final de outubro o veremos lutar contra as forças sobrenaturais em uma adaptação do romance de Joe Hill em “Horns”. Ele também atuou em uma reformulação muito bem feita e muito aguardada de “Frankenstein” e revela que, “O meu Igor soa como uma versão bem ríspida de mim. Eu não me imagino sendo maciçamente elegante, mesmo assim sei que sou um pouco. E sim, teremos muitas próteses envolvidas. Eu não quero dizer muito, mas você imagina algo desse tipo quando pensa como Igor…

E durante essa fase pós-menino bruxo, ele também não teve medo de despir-se – e sim, quero dizer literalmente – no palco, onde estrelou “Equus” no West End, também soube cantar e dançar no remake do musical “How to Succeed in Business Without Really Trying” que estrelou na Broadway, antes de sua recente vitória de bilheteria dando vida a Martin McDonagh no divertidíssimo “The Cripple Of Inishmaan”.

A partir desta semana, ele estará mostrando outro personagem, um tanto inesperado, já que será protagonista da comedia romântica “What If”. E adivinhem? Esse filme é realmente muito bom, comparado a alguns de sua espécie. Interpretando o personagem de nome Wallace, você realmente não assimila Radcliffe, como “aquele menino-bruxo”. Seu personagem, no entanto, está nitidamente sentido por uma série de relacionamentos fracassados, mas isto faz com que ele tenha uma ligação instantânea com Chantry (personagem interpretada por Zoey Kazan). O problema é que ela possui um relacionamento longo ao lado de Ben e é feliz. Como o sujeito decente que é, Wallace não quer ser o motivo do rompimento deste relacionamento feliz, ainda mais depois que Chantry torna-se sua melhor amiga e confidente.

O livro “When Harry Met Sally confronta exatamente este tema: “Será que realmente homens e mulheres nunca podem ser só amigos?” – E “What If” consegue descrever este tipo de situação de uma forma completamente engraçada, bem diferente de outras obras clichês do mesmo gênero. Radcliffe revela que se sentiu realmente inspirado enquanto gravava o filme, pois levou consigo para o set de filmagem a comédia mais brilhante de 1934, escrita por Frank Capra, o  It Happened One Night”

Se você ainda não leu esta obra magnífica, você realmente deveria.” – ele insiste – e o ator com certeza deve amar a ideia de toda uma geração de fãs de Harry Potter ser apresentado a obras tão importantes da nossa arte por todos esses novos trabalhos.

Dito isso, vamos voltar para o foco da venda desse novo trabalho.

Isso realmente não era sobre fazer uma comédia, ou algo diferente do gênero que meus fãs estão acostumados para mostrar minha versatilidade ou algo parecido” – ele ri. – “Eu estava conversando sobre isso com alguns amigos meus que também são atores, e a única vez que nós usamos a palavra “gênero” para definir um filme diferente do que estou acostumado a fazer é quando falamos do filme com os jornalistas. Então, a partir disso para explorar novos trabalhos como por exemplo a comédia romântica, é realmente algo no qual eu entrei em um processo de criação forte para interpretar tal papel, como qualquer outro trabalho, isso não quer dizer que eu saia dizendo para os meus agentes hoje em dia que “agora só faço comédias românticas” ou algo como “me direcione apenas para ótimos roteiristas”. Antes de aceitar o papel em “What If” eu li alguns roteiros de comédia que me ofereceram, e eles eram realmente muito bons, mas eu disse para mim mesmo que quando eu tivesse que fazer parte deste tipo de produção, eu teria também que ser parte dela, entende?”

O que eu gostei sobre isso” – explica ele – “foi que eu me senti inteligente. O diálogo foi engraçado, sim, mas pareceu muito da mesma forma que as pessoas falam. Eu também achei muito comovente, especialmente no final do filme, não sendo duro consigo mesmo. É apenas uma simples história doce eu acho que ele ficou bastante afetado emocionalmente, é claro. Não de uma forma grande, sabe? Mas do jeito que deve ser em todos os filmes, uma espécie de dor descartável. Nós todos sabemos que esse tipo de coisa assistida na tela é realmente muito engraçado, mas você acaba esquecendo tão rápido quanto ri de piadas. Mas eu espero que esse filme em questão, fique com as pessoas por muito mais tempo do que os minutos de execução nas salas de cinema.”

O filme todo se passa em Toronto – Canadá (na maioria das vezes esses filmes são gravados nas esquinas de Nova York), mas o personagem de Wallace parece muito britânico, assim como Radcliffe.

Absolutamente”, – ele reconhece alegremente. “Para ser honesto, eu aprendi a ter um pouco do sotaque americano antes de viajar para filmar, então, quando cheguei no Canadá, exatamente dois dias antes de começarmos a filmar, eles me disseram que eu tinha que interpretar o personagem com meu próprio sotaque. Basicamente, eles me disseram que eu não era uma pessoa comercializável só por conta do meu sotaque. O que é uma péssima notícia para “Horns” e todas as outras coisas que fiz utilizando o pouco do meu sotaque americano. – ele ri – “Foi um daqueles acessos de pânico que você tem antes de começar a filmar, o nervosismo mesmo, mas eu também não fui lá no meio do set e disse “vão se ferrar todos vocês!” e dispensei  200 pessoas de seus trabalhos por causa do mero sotaque. Acabou sendo bom para o personagem, porque não há nada inteiramente canadense em Wallace. E particularmente é um pouco chato de se fazer, eu até gosto de fazer sotaque americano, é divertido, eles fogem um pouco dos padrões da fala coerente, assim como os britânicos, usam muita improvisação, então grande parte da minha personalidade acaba saindo naturalmente.

Não costumo fazer nenhum processo de escolher tal roteiro, ler e decidir se devo apreciá-lo como uma boa obra ou não. Na verdade só acho que tenho bons instintos para minhas escolhas. Minha mãe foi diretora de elenco para o Peter Kosminsky, que sempre fez coisas intensas e desafiadoras para a TV, e o trabalho do meu pai como agente literário era encontrar novos escritores. Então, eu gosto de pensar que herdei alguns instintos dos meus pais para escolher scripts. Mas eu gosto de coisas com bons diálogos e de personagens totalmente realizados. Se ele tem algo novo ou parecido, isso me interessa também.”

Especialmente filmes de ação! As pessoas pensam que como eu acabei de fazer uma comédia romântica, foi extremamente difícil esse meu entrosamento, pelo fato de eu ter feito filme de ação durante muito tempo, e não é assim tão impossível. Nunca há um único personagem envolvido em qualquer um desses filmes, são apenas as mesmas pessoas jogadas em diferentes cidades, com um elenco diferente. Eu adoro filmes de ação e eu sinto falta daqueles espirituosos como “Duro de Matar” onde foram envolvidos personagens de ação um pouco sentimentais. Mas esse tipo de ação infelizmente  está bem distante dos da atualidade.

Para ser honesto, eu realmente não consigo me imaginar atuando em filmes de ação como esse. Como ator você tem que ter noção e entender para o que você é bom e para o que você não é. Talvez seja uma dessas razões pelas quais eu tenho certa dificuldade em lê-los. Minha teoria é a seguinte: se na primeira fase têm algo terrível, então a segunda com certeza não vai conter algo relativamente bom para salvar totalmente o script. Então, se eu estou gostando de um roteiro até a metade dele, é isso. Eu sei que terei encontrado bons diretores, bons papéis, e por ai vai…”

Além disso, eu recebo uma quantidade incomum de roteiros de ação enquanto estou filmando outras coisas. “Frankenstein” tinha muitas cargas de ação, “Harry Potter” obviamente era um tipo de ação, “Horns” tem suas partes. Então, digamos que mesmo que eu não me ache o melhor ator para isso, não consigo fugir.”

E segundo ele foi lisonjeador ser cotado para esse tipo de coisa.

A pior coisa que já me indicaram durante meu caminho de ator pós Harry Potter, foi quando um maluco sugeriu que deveríamos refazer “O Mágico de Oz”, e da seguinte forma, Emma como Dorothy, Rupert como Leão Covarde e eu como o Espantalho. Lembro-me bem de ter olhado pra pessoa e pensado “essa é a criatura mais preguiçosa e com barreiras que existe no mundo”.

Quando isso aconteceu, lembro que JK Rowling havia começado a remexer com o mito Potter e até perguntou para o público se ela havia acertado, ao ter casado Hermione com o Rony ao invés do Harry.”

Radcliffe parecia sentir que a pergunta inevitável estava para chegar, mas, para minha surpresa, muito bem humorado, ele respondeu pela enésima vez.

(Nessa parte o repórter se refere à pergunta a qual vários jornalistas fazem para Daniel, se ele tem vontade de voltar a atuar como Harry.)

Você e o mundo sabem que eu sempre terei muito orgulho de ser associado a essa série de filmes, mas eu acho que 10 anos é muito tempo para gastar com um personagem. Portanto, é extremamente duvidoso que eu volte a interpretá-lo.

E, pessoalmente, eu estava muito feliz com a forma como tudo terminou. É claro que eu também pensava que Harry e Hermione teriam um caminho a seguir, mas eles são personagens da J.K Rowling, então, ela tem todo direito de mudar de idéia quando bem quiser.” – ele ri.

Há alguns meses atrás, Daniel estava promovendo “Horns” e durante a semana da Comic-Com, enquanto ele não estava trabalhando, ele apreciou uma caminhada pela convenção inteira vestido em uma fantasia de Homem-Aranha para não ser reconhecido. Engraçado, não?

Eu estou muito receptivo atualmente mesmo com as limitações da minha vida, mas, se eu fosse simplesmente andar pela convenção da Comic Con, teria que o fazer rapidamente, e o que eu falo rapidamente acaba sempre se tornando um monte de pessoas se empilhando para tirar fotos. E às vezes é frustrante, porque não posso dar a devida atenção para todos, então encontrei um jeito de interagir com as pessoas sem que elas tenham aquela reação de quando vêem alguém que elas conhecem dos filmes ou dos seriados. Mesmo que não tenha sido confortável como eu imaginei que seria ficar naquela fantasia durante uma hora, valeu à pena.”

E Radcliffe continua inflexível na resposta em relação aos jornalistas que insistem em dizer que ele perdeu sua infância durante a gravação da franquia que lhe rendeu o sucesso, como alguns ex atores mirins costumam reclamar anos depois de viverem longos papéis como o dele.

Eu tive uma melhor perspectiva de vida fazendo Potter”, diz ele. “O estereótipo sobre atores mirins é que eles são do tipo entediantes e preguiçosos. Eu acho que quando eu era mais jovem, eu tive esse pensamento. Não pela minha parte, mas porque eu sabia que era o que as pessoas pensavam de mim. Mas sempre existiu algo em mim, como uma chama viva, que me dizia para continuar e provar para aqueles que tanto me criticaram que eu não deveria deixar eles dizerem que estão certos. Bastava apenas eu olhar ao redor do local o qual eu estava trabalhando, ao lado de pessoas como Imelda Staunton, David Thewlis e Gary Oldman e não só ver que eles eram grandes atores, mas sim como eles se comportavam no set. Isso era muito inspirador para mim. E eu aprendi exatamente o que esperava de tudo aquilo, não aprendi apenas a ser um ator, aprendi como ser um bom profissional.”

Tradução e Adaptação: Barbara C.

Fonte: North Soul


Daniel foi ao programa americano, The View, no dia 11 de Junho, para promover a peça The Cripple Of Inishmaan, que está atualmente em cartaz na Broadway. Ele também falou sobre seus outros projetos como Frankenstein e A Young Doctor’s Notebook.

Thanks, DJR  Holland!


No dia 16, ocorreu o The 80th annual Drama League Awards, no Marriot Marquis Times Square, em New York. Daniel e The Cripple Of Inishmaan estavam concorrendo ao prêmio de Distinguished Performance AwardOutstanding revival of a Broadway or off-Broadway play, respectivamente. Infelizmente, não ganharam. Confira as fotos em HQ:

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Aparições Públicas > 2014 > Premiações > The 80th annual Drama League Awards (16.05)


Um integrante da nossa equipe, o Rafael, teve a chance de assistir à peça The Cripple Of Inishmaan, enquanto esteve em Nova Iorque. E, escreveu um relato sobre como foi conhecer o Dan e assistir à peça:

Na última semana, tive a oportunidade de ir para Nova Iorque assistir The Cripple of Inishmaan, peça estrelada por Daniel Radcliffe na Broadway. Há algum tempo já vinha planejando essa viagem, porém, a ideia de que eu teria a chance de ver o Dan pessoalmente parecia ainda distante e essa sensação permaneceu até que o momento realmente chegasse. Nesse texto falarei um pouco a respeito da peça e como foi encontrar o ator. Resolvi não escrever de forma crítica, mas sim como um fã completamente apaixonado e realizado por ter tido a oportunidade de conhecer o ídolo.

Cheguei em Nova Iorque numa sexta-feira, neste dia meus planos eram passear pela cidade e visitar alguns lugares legais, por coincidência passei em frente ao teatro em que a peça está em cartaz e vi um grupo de pessoas, sendo assim, eu e meu amigo resolvemos nos juntar e aguardar. Não esperava ver o Dan logo nas minhas primeiras horas de viagem e a medida que os atores secundários saiam pela Stage Door a ideia de que poderia vê-lo a qualquer momento me deixava em êxtase, depois de esperar aproximadamente uma hora, eis que ele sai e começa autografar livros, playbills e tirar foto com os fãs que estavam na primeira fila da grade. Devo dizer que não lembro realmente o que se passava pela minha cabeça nessa hora, sei que estava feliz, sorrindo, e tirando o máximo de fotos que podia. Todos sabemos que nosso querido Radcliffe não é um dos mais altos e isso dificulta bastante na hora de conseguir uma boa foto, mesmo estando há pouco mais de 2 metros da grade tive dificuldades de encontrá-lo com minha câmera, durante esse tempo, pude perceber que ele realmente é como eu esperava, sorridente, gentil e sempre agradecendo as pessoas que o elogiavam enquanto buscava atender o pedido de todos. Quando ele foi embora, fiquei um bom tempo relembrando do momento e tentando acreditar que realmente tinha acontecido.

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O dia seguinte foi o mais esperado por mim, afinal assistiria a peça e estava curiosíssimo pra conferir a comédia descrita como de um humor “muito muito muito negro”. Para quem não está por dentro, uma pequena descrição: Daniel Radcliffe interpreta Billy Claven, um jovem com deficiência física que vive em uma comunidade Irlandesa nos anos 1934 e tem o sonho de se tornar uma estrela de Hollywood, no entanto, as pessoas ao seu redor não dão muito crédito ao desejo do rapaz que é chamado de Aleijado Billy por todos.

Assim que a peça começa, somos apresentados a duas ótimas personagens, que são tias de Billy e juntas elas desenvolvem um ótimo diálogo inicial carregado de frases de efeito que ao final tem como objetivo apresentar o personagem principal e um pouco de sua personalidade, tal como sua atividade preferida (observar vacas no campo, haha). Assim que Dan tem sua primeira entrada já é possível observar como o papel exige do ator. Ele fica durante todo o tempo, pouco mais de duas horas, com uma das mãos encolhidas e uma perna esticada no ar enquanto sentado, sem falar do jeito de andar, que é totalmente bem desenvolvido e padronizado durante toda a peça. Todos os atores estão com um ótimo sotaque irlandês que a principio é muito complicado de ser entendido. A história se desenvolve com piadas a respeito da doença de Billy, alcoolismo, problemas familiares e promiscuidade. Tudo muito bem dosado com cenas dramáticas (Dan tem dois monólogos carregados de drama em que ele está simplesmente maravilhoso, poderia rever essas duas cenas por horas e não me cansaria) e até mesmo uma pitada de romance. Os atores estão ótimos e o entrosamento entre eles é perceptível.

Ao fim da peça meu sentimento era de orgulho, orgulho de ter acompanhado o ator desde seus primeiros trabalhos em filmes e na TV. Ter a oportunidade de comprovar seu amadurecimento como ator em uma peça da Broadway foi indescritível.

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3Ao final da peça, corri para a saída com o objetivo de conseguir meu autógrafo e, quem sabe, uma foto com ele. Quando o ator surgiu, mais uma vez todo aquele sentimento de estar muito próximo ao seu ídolo veio junto, pude entregar meu exemplar de Pedra Filosofal e minha Playbill para que ele assinasse. Não consegui uma selfie, mas o fato de vê-lo nesses dois dias me fez o fã mais feliz do mundo. Se eu pudesse ter um tempo com ele, provavelmente só agradeceria por todos os bons momentos em que ele me trouxe.

Texto e fotos por: Rafael Rodrigues
@1Rafaell

 
 
 
   
  
 
 

 
 


Depois das prévias, ontem (20.04), foi oficialmente a noite de abertura da peça “The Cripple Of Inishmaan”. Logo após a apresentação, o elenco e alguns artistas passaram pelo “tapete vermelho” da After Party e posaram para os fotógrafos presentes.

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Projetos > Teatro > The Cripple Of Inishmaan > Broadway > The Cripple Of Inishmaan” Broadway Opening Night – (20.04)

Projetos > Teatro > The Cripple Of Inishmaan > Broadway > “The Cripple Of Inishmaan” Broadway Opening Night – After Party (20.04)

Também adicionamos em nossa galeria, mais 4 fotos promocionais da peça:

CRIPPLE-superJumbo.jpg jpcripple-superJumbo.jpg cripple2.jpg cripple3-superJumbo.jpg Sem título 1

Projetos > Teatro > The Cripple Of Inishmaan > Fotos Promocionais

Obrigada Gabi pela maioria das fotos!


Em entrevista para o USA Today sobre The Cripple Of Inishmaan, Daniel acabou falando sobre Tokyo Vice, e revelou que as gravações no Japão irão começar aproximadamente em Agosto. Também comentou sobre Brooklyn Bridge, que ainda não tem estimativa para o início das filmagens.

Ele, no entanto, programado para disparar um outro filme depois Inishmaan completa a sua corrida: Tokyo Vice, adaptado do livro de memórias de 2009  de Jake Adelstein. “Eu interpreto um jornalista americano que se torna muito envolvido, digamos, com a Yakuza — A máfia japonesa. Por um lado, é um muito inteligente e interessante olhar americanos em outros países, mas também é um grande, thriller de vida real. ”

Radcliffe já completou a nova adaptação de Frankenstein, de Max Landis, dirigido por Paul McGuigan, para o próximo ano. Ele interpreta o lendário assistente de laboratório Igor, “o que foi muito divertido. Tive longas extensões de cabelo, e fiquei bastante feliz em ter que tirá-las. É uma releitura da história do ponto de vista de Igor, sobre seu relacionamento com Frankenstein. Eles começam muito bem intencionados, mas, em seguida, o ego de Frankenstein vai ao fundo do poço, e ele tem que ser puxado de volta para ter algum tipo de sanidade.”

Outro projeto que Radcliffe tem na calha — talvez não surpreendentemente, dado o seu afeto por uma determinada cidade — é um filme intitulado Brooklyn Bridge, com roteiro de Douglas McGrath (Bullets Over Broadway, Emma).

“É um dos melhores roteiros que eu já li”, diz Radcliffe, arregalando os olhos de novo. “É uma história maravilhosa de como a ponte foi construída — ​​uma história de amor absoluto para a cidade de Nova York, e para a América em geral. Você sabe, existem centenas de milhões de pessoas que atravessam a ponte todos os anos e não tem uma ideia da incrível história por trás dela.”

Source


Ontem, ocorreu a primeira prévia “The Cripple Of Inishmaan“, na Broadway, no Cort Theatre. E o site BroadwayWorld.com  publicou algumas fotos do final da apresentação, confira:

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Projetos > Teatro > The Cripple Of Inishmaan > Broadway > First Preview (12.04.2014)


Ontem (02.03), ocorreu um photocall e algumas entrevistas (press junket) para promover o lançamento de The Cripple Of Inishmaan na Broadway. Veja os vídeos abaixo:

  • Broadway.com

  • Access Hollywood

Há também um outro vídeo publicado pelo BroadwayWorld, confira clicando aqui.

A peça irá estrear nos palcos da Broadway no dia 20 de Abril, no Cort Theatre (138 West 48th Street). E algumas prévias irão começar em 12 de Abril.


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Hoje aconteceu o photocall com Daniel, o elenco e o diretor Michael Grandage de The Cripple Of Inishmaan (Broadway), em New York. Confira as fotos em HQ:

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Aparições Públicas > 2014 > Photocalls > Photocall de The Cripple Of Inishmaan na Broadway, em New York (02.04)


Ontem (01.04), Daniel foi ao programa americano LIVE with Kelly and Michael para promover a estréia de The Cripple of Inishmaan nos palcos da Broadway.

E graças a Gabby, adicionamos 4 fotos do Dan distribuindo autógrafos do lado de fora do programa:

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Candids > 2014 > Distribuindo autógrafos do lado de fora do programa LIVE with Kelly & Michael, em New York (01.04)






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