Review de Kill Your Darlings pelo Hollywood Reporter / Autor: Andressa


Daniel Radcliffe e Dane DeHaan, a cabeça do elenco nesta exploração jazzy do nascimento da Geração Beat

PARK CITY – A efervescência criativa e o espírito inconformista da Geração Beat produziu uma mini-onda de representações na tela  recentemente, incluindo Howl, On the Road, a estréia de Sundance, e Big Sur.Ao construir o seu retrato em torno de um misterioso  assassinato que envolveu os jovens Allen Ginsberg, Jack Kerouac  e William Burroughs em 1944, “Kill Your Darlings” concegue mais do que a maioria, e capitura o inicio do movimento literaio moderno, sem auto-consciência.

Mais especificamente, este riff jazz explora um período de formação na vida de Ginsberg. Ele não é bem o centro desta história, mas Ginsberg (Daniel Radcliffe) fornece o seu ponto de vista dominante.

As raízes de Ginsberg em New Jersey são rapidamente esboçadadas, revelando seu pai Louis (David Cross), poeta e professor, que é um tanto antipatico sobre os delirios paranoicos de Allen (Daniel Radcliffe), e sua mãe Naomi (Jennifer Jason Leigh). Sua aceitação em Columbia não oferece tanto à sua expansão intelectual, mas seu desvio do gosto popularse da durante sua orientação, quando o carismático estudante Lucien Carr (Dane DeHaan) salta em cima de uma mesa da biblioteca recitando uma passagem erotica de Henry Miller.

Quando Allen cohntesta o metodo de seu professor de poesia (John Cullum) ganha o respeito de Lucien. Este lhe apresenta as noites boêmias nos clubes de jazz de Greenwich Village e Harlem, e os partidos no apartamento forrado de livros de David Kammerer (Michael C. Hall). “Allen in Wonderland” como Lucien descreve.

Aos poucos outros perssonafens vão se destacando Burroughs (Ben Foster), visto pela primeira vez completamente vestido em uma banheira inalando óxido nitroso, e mais tarde Kerouac (Jack Huston) cujo comportamento indomável irrita sua namorada Edie (Elizabeth Olsen).

Lucien lidera os esforços do grupo para criar um movimento literário apelidado New Vision. Não tendo talento para escrever pede para Allen produzir algum trabalho real para apoiar o seu manifesto.

Radcliffe pode ser um ator de tela um pouco recessivo, mas a sua qualidade suave funciona bem aqui, em um papel que exige que ele seja tanto uma parte crescente da cena até uma pessoa de fora olhando, Enquanto ele totalmente transmite a emoção de um jovem rebelde determinado a quebrar as paredes de estabelecimento, ele também ancora o filme com a vulnerabilidade. E uma cena em que ele abraça a sua sexualidade de forma decisiva, provavelmente, pode ser visto como um passo importante para o ator se distanciar do personagem Harry Potter.

Tradução e Adaptação: Carlos Catelan



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